Média de mortes por covid-19 volta a cair

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AGÊNCIA PETROBRAS

Ribeirão Preto registrou uma morte por covid-19 nos últimos dias, segundo o Bo­letim Epidemiológico da Se­cretaria Municipal da Saúde divulgado nesta quinta-feira, 19 de novembro, e a quanti­dade de óbitos, provocados pela doença subiu para 881, aumento de apenas 0,1% em relação aos 880 computados até quarta-feira (18).

O último falecimento ocorreu na terça-feira, dia 17, de uma senhora de 86 anos portadora de doença neu­rológica crônica e diabetes mellitus. Vale lembrar que o boletim de ontem traz os da­dos computados até quarta­-feira, ou seja, os números di­ários podem sofrer alteração.

Sobre a evolução das mor­tes por covid-19 na cidade, a tendência voltou a ser de queda na comparação sema­nal. Entre 5 e 11 de novembro, ocorreram nove falecimentos na cidade, média de uma por dia. Nos sete dias subsequen­tes, entre 12 e 18 de novembro, foram confirmados mais sete óbitos. A média também é de um a cada 24 horas, com recuo de 22,2%, dois a menos.

Em 12 de outubro não houve falecimento. Isso não acontecia desde 28 de maio. Também não há mortes com­putadas nos dias 4, 7, 8, 10 e 16 deste mês. A média móvel registrada entre 6 e 12 de no­vembro, de cinco óbitos, é a mais baixa em seis meses de pandemia. A mais alta ainda pertence ao período de 18 a 24 de julho, de 59 falecimentos.

O recorde de mortes em 24 horas pertence a 24 de julho, com 13. O município superou a marca de 32,6 mil pacientes infectados pelo Sars-CoV-2 nesta semana – são 32.636. O Boletim Epidemiológico do Departamento de Vigilância em Saúde contabiliza a data do início dos sintomas e do diagnóstico da doença.

Há registro de 45 mortes em outubro, mas 101 óbitos ocorreram no mês passado, três por dia. O maior volume é de julho (243). Há o registro de dois óbitos em novembro, apesar de os relatórios apon­tarem 22. Os meses com me­nos falecimentos são março (dois, a pandemia começou em meados do mês em Ribei­rão Preto) e abril (onze).

A taxa de letalidade segue em 2,7% – chegou a 5,3% em abril e em maio. Está no mes­mo patamar dos índices regio­nal (2,7%), nacional (2,8%) e do mundial (2,4%), mas abai­xo do estadual (3,4%). A mais baixa até agora é a de outubro, com média de 1,4%.

A taxa de mortalidade por 100 mil habitantes na pande­mia é 123,7. As mais baixas são de março (0,3), abril (1,6) e outubro (5,4). A mais alta é de julho (34,6). Na segunda-feira, a taxa de incidência de óbitos dos últimos 14 dias voltou a subir de 1,83 para 2,11 por 100 mil habitantes, mesmo índice de quinta-feira (12).

Por sexo, são 486 ho­mens (55,2%) e 395 mulheres (44,8%). A vítima mais jovem da covid-19 em toda a pan­demia é um menino de oito anos que morreu em 19 de outubro e a mais idosa, uma senhora de 101 anos que fale­ceu no dia 20 de junho.

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