O maior musical de rock infantil está viajando pelos palcos de todo o Brasil com a adaptação para teatro do show “História de Brinque­dos”. O espetáculo cantado ao vivo é um evento único para toda a família e conta com figurinos e bonecos incríveis.

O musical, inspirado na animação “Toy Story” – um dos maiores sucessos de bi­lheteria da história –, da par­ceria Pixar/Walt Disney, es­tará no Teatro Municipal de Ribeirão Preto neste domin­go, 1º de agosto, às 15 horas.

O aniversário de Andy está chegando e os brinque­dos estão nervosos. Afinal de contas, eles temem que um novo brinquedo possa subs­tituí-los. Woody é o caubói líder de todos os brinquedos no quarto. Buzz Lightyear, o novo boneco de Andy, é um patrulheiro espacial, que logo passa a receber mais atenção do garoto. Isto aos poucos gera ciúmes em Woody, que tenta boicotá-lo. Só que o pla­no dá errado e Buzz cai pela janela. É o início da aventura de Woody, que precisa resga­tar Buzz para limpar sua bar­ra com os outros brinquedos.

Os ingressos custam R$ 80 e R$ 40. A meia-entrada vale apara estudantes e pro­fessores de escolas públicas e particulares (mediante apresentação de documento comprobatório como cartei­rinha da instituição, boleto de mensalidade ou holerite), aposentados (com documen­to específico) e idosos acima de 60 anos (com cédula de identidade, o RG).

O Teatro Municipal fica na praça Alto do São Bento s/nº, Jardim Mosteiro. Para compra online há taxa de ser­viço. O local tem capacidade para receber 515 pessoas, mas receberá no máximo 412 por causa dos protocolos de prevenção da covid-19, que permite até 80% do previsto em alvará – o estacionamento tem 40 vagas.

Mais informações pelos telefones (16) 3625-6841. O espetáculo é livre para todas as idades. O uso de máscara é obrigatório. Os assentos de­vem ser marcados respeitan­do a distância segura entre pessoas que não são da mes­ma família.

O intervalo está suspenso. Também está proibida a par­ticipação do público nos pal­cos e fotos com artistas. Os espaços devem ser higieniza­dos entre uma sessão e outra. A situação é semelhante para os cinemas, museus, centros culturais e bibliotecas.