Ânimo, esperança, crença, fé. Não importa muito o nome que se dê ao otimismo. Ele tem a força de provocar a realização de projetos e tarefas. De levar ao sucesso, ao bom resultado de ações empreendidas. Está mais que comprovado que pessoas afirmati­vas têm muito mais chances de levar a cabo projetos que inicial­mente se apresentam como difíceis ou quase impossíveis. Em um exemplo rápido e concreto, o atacante em uma partida de futebol se joga no chão enquanto corre para atingir a bola e fazer o gol. Na sua frente, o goleiro se estica e se entorta todo para evitar o gol. É forma de acreditar. De apostar no impraticável.

Falo deste assunto para lembrar a importância do oti­mismo, da ação de pessoas afirmativas, que mesmo diante de desafios que poderiam ser encarados como impossíveis, assim como de limites estabelecidos de forma rígida continu­am a tentar e a acreditar que é possível. As situações adversas exigem atitudes de combate e busca de soluções. Para pessoas com esta percepção, os obstáculos existem justamente para serem superados. E de desafios as gestões públicas e privadas estão cheias de exemplos. E são dificuldades que têm crescido nos últimos anos por falta de recursos, notadamente financei­ros, com reflexos em outros tipos de recursos.

Nós assumimos uma gestão repleta de desafios e obstácu­los. Com o diferencial de termos uma equipe bem preparada, disposta, motivada e com a crença da possibilidade de mudar, de fazer diferente e de resgatar a cidade do estado de aban­dono em que ela se encontrava. Temos trabalhado muito sem perder esta certeza tão importante na condução da gestão pú­blica. A equipe segue com homens e mulheres com atitudes afirmativas, com vontade de resolver, de superar os entraves que se colocam cotidianamente.

São atitudes de muito valor, porque eleva a condição do trabalho. Demonstra a força aliada à capacidade de solucio­nar. E a percepção de oportunidades que não podem e não devem ser desperdiçadas. São ações que se distanciam da crítica fácil. Dos ataques nem sempre convenientes. Sem ser uma perseverança cega, uma crença que desrespeita evidên­cias de forma irracional.

O que não existe em nossa equipe é a inércia que destrói iniciativas antes de qualquer análise de viabilidade. Pelo contrário. A meta, a determinação é o otimismo consciente, que se dispõe a trabalhar com todas as probabilidades de realização. O descarte de qualquer ideia só deve ocorrer no limite da impossibilidade. Nossa equipe trabalha desta forma. Com a garra necessária para a superação das dificuldades que aparecem todos os dias.

E como a crença é que nos impulsiona, temos a esperança de contaminar positivamente as pessoas. Porque não apenas a cidade precisa de pessoas afirmativas e otimistas. O mundo tem carên­cias neste sentido. Cabe então às cidades fazerem a sua parte, com o intuito de estimular as pessoas de outras cidades, do Estado, do País e de outras nações. Esse benéfico e necessário contágio pode trazer ótimos resultados práticos para a sociedade.

É claro que não se estimula o crédito incondicional, a inexistência de críticas responsáveis e que também levam ao aperfeiçoamento de ações e atitudes. Espera-se que o otimis­mo, sem ser ingênuo, possa ser a primeira disposição do dia, o impulso inicial, logo pela manhã. Na certeza de que tudo dará certo no final, apesar dos imprevistos que surgirem.

Esse comportamento ou estado de espírito levará com certeza aos mais aprazíveis resultados. Muitas vezes superando os ima­ginados. Assim agindo é certa a concretização do gol que parecia impossível ao atacante. Ou da defesa inimaginável do goleiro.

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