Obras acompanhadas

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Tenho acompanhado, com visitas periódicas, as obras que a prefeitura realiza na cidade. Quero ver de perto o que está sendo feito, verificar o andamento, enfim, conferir o trabalho em realização. Tenho plena confiança no trabalho das pessoas responsáveis pelo acompanhamento e fiscalização diárias do trabalho de empresas contratadas, mas quero ver detalhes, sugerir melhorias e correções pontuais e estar ciente de tudo que acontece. Ter a exata noção do andamento para ter a certeza de que tudo ficará de acordo com a contratação, em sintonia com os projetos elaborados.

Nestas visitas, acompanhado por secretários e técnicos da prefeitura e das empresas contratadas, recebo muitas infor­mações sobre o trabalho. Muitas vezes são detalhes que po­dem parecer insignificantes, mas que valem muito para que eu tenha a clareza do que está em execução. E a certeza da realização de um bom trabalho. Entendo que este conjunto de dados é essencial para uma boa gestão dos recursos nas suas mais diferentes formas. Seja para as obras em realização, seja para futuras contratações. A observação no local na maioria das vezes supera o conhecimento demonstrado em precisos e detalhados relatórios.

Há cerca de dez dias reservei a manhã para visitar cinco obras do Programa Ribeirão Mobilidade na cidade. Comecei pela ampliação da avenida Cel. Fernando Ferreira Leite, que recebe melhorias e extensão entre as avenidas Braz Olaia Acosta e Caramuru, com prolongamento de 1,3 quilômetros. Iniciadas em 1º de julho deste ano, as obras têm prazo previsto de conclu­são de 18 meses. Em seguida, estive na Praça Hélio Smidt – que cruza as avenidas Nove de Julho, Portugal e Antônio Diederich­sen -, que recebe obras de readequação viária. A intervenção irá permitir que as avenidas se interliguem diretamente, sem a necessidade da rotatória que existia no local.

Logo depois, visitei as obras de implantação do viaduto na avenida Maria de Jesus Condeixa sobre o córrego Retiro Saudoso. A grande virtude desta ponte é que ela fará uma li­gação de mais de oito quilômetros, permitindo o acesso, sem cruzamento, das avenidas Maria de Jesus Condeixa e Antônio Diederichsen, criando uma conexão rápida entre as avenidas Treze de Maio e Castelo Branco com a Presidente Vargas, eli­minando a necessidade de retornos pela Francisco Junqueira.

Na sequência fui, com integrantes das pastas responsáveis por obras e mobilidade urbana, à avenida Professora Dina Rizzi, onde está em execução os trabalhos de duplicação e prolongamento da via, uma reivindicação de mais de duas dé­cadas que agora é atendida. A duplicação da avenida irá pos­sibilitar a ligação direta do Parque dos Flamboyans ao Parque Residencial Cândido Portinari, o que hoje não é possível.

A quinta visita foi às obras de duplicação da avenida Antônia Mugnatto Marincek, já concluída e liberada para a população. Para entrega final da avenida, falta apenas a implantação do entroncamento da via com a rodovia Anhan­guera, na altura do quilômetro 316. Foram quatro quilôme­tros de avenida duplicada, nove mil árvores plantadas, além de ciclovia e iluminação implantadas por todo o trajeto.

Estas visitas são ações administrativas que me permitem verificar in loco a boa aplicação dos recursos públicos. Sim, porque é sempre muito difícil conquistar os meios necessá­rios para investimentos. Por isso a nossa preocupação começa com a boa licitação – sempre que permitido por pregão ele­trônico -, que resulta em boa contratação, e segue no acompa­nhamento rigoroso da execução. As obras são fundamentais. A boa realização é imprescindível para garantir a qualidade e a durabilidade necessárias.

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