RP já soma 1.033 mortes por covid

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© Reuters/Phil Noble/Direitos Reservados

Ribeirão Preto registrou mais duas mortes por covid-19, segundo o Boletim Epidemio­lógico da Secretaria Municipal da Saúde divulgado nesta sex­ta-feira-feira, 22 de janeiro. A cidade já superou a marca de 1.030 óbitos e o número de ví­timas fatais em decorrência da doença subiu para 1.033, alta de 0,2% em relação aos 1.031 falecimentos computados até quinta -feira (21).

O recorde de mortes em 24 horas pertence a 24 de ju­lho, com 13. Um senhor de 87 anos, portador de doenças neurológica e pulmonar crô­nicas, faleceu na terça-feira (19). Na quinta-feira, uma senhora de 77 anos também morreu. Ela fazia tratamento contra doença cardiovascular crônica. Os dois pacientes es­tavam internados em hospi­tais públicos.

A tendência ainda é de queda na comparação sema­nal, apesar de a média móvel continuar alta. Entre 8 e 14 de janeiro, ocorreram 29 faleci­mentos na cidade, cerca de um a cada cinco horas e 50 minu­tos. Nos sete dias subsequen­tes, entre 15 e 21 de janeiro, foram confirmados 19 óbitos, cerca de um a cada oito horas e 50 minutos, recuo de 34,5% e dez casos a menos.

Se a comparação conside­rar o período de 14 dias, entre 25 dezembro e 7 de janeiro foram 36 mortes, uma a cada nove horas e 20 minutos. Entre 8 e 21 de janeiro, a cidade re­gistrou 48 óbitos, cerca de um a cada sete horas, doze a mais e alta de 33,3% em relação ao período anterior.

Há o registro de 34 óbitos em novembro, apesar de os relatórios apontarem 41, um a cada 17 horas. O documen­to aponta 71 falecimentos em dezembro, uma a cada dez ho­ras. Ou seja, no mês passado foram 37 mortes a mais, alta de 108,8% em comparação com o anterior. Em novembro, foram sete dias sem óbitos. Em de­zembro, são três até agora.

Janeiro já soma 73 faleci­mentos, três por dia, dois a mais do que dezembro, apesar de o boletim indicar 23. A mé­dia móvel das últimas semanas oscilou entre doze e 30 mortes. A mais alta ainda pertence ao período de 18 a 24 de julho, de 59 vítimas fatais. O boletim indica 62 mortes em outubro, mas 103 ocorreram no mês.

O maior volume é de ju­lho (244). Os meses com me­nos falecimentos são março (dois, a pandemia começou em meados do mês em Ri­beirão Preto) e abril (onze). A taxa de letalidade voltou a subir para 2,5% – chegou a 5,3% em abril e em maio.

Está no mesmo patamar dos índices regional (2,5%), nacional (2,5%) e do mundial (2,1%), mas abaixo do esta­dual (3%). A mais baixa até agora é a de janeiro deste ano, de 0,2%. A de dezembro está em 1,3%, seguida pela de no­vembro, de 1, %. Em outubro estava em 1,8%. Começou com 2,1% em março.

Em junho chegou a 3,1%, foi a 2,8% em julho de, 2,7% em agosto e 2,5% em setem­bro, segundo dados de 20 de dezembro. A taxa de morta­lidade por 100 mil habitantes na pandemia está com média de 142 este mês (era de 127,8 em dezembro e de 123,7 em novembro). As mais baixas são de janeiro deste ano (0,9), março (0,3) e abril (1,6, Em dezembro está em 8,7 e em novembro, de 4,7.

Em outubro ficou em 8,8. A mais alta é de julho (34,7). As demais são 9,4 de maio, 29,7 de junho, 25 de agosto e 19,2 de setembro. A taxa de incidência de óbitos disparou de 3,51 por 100 mil habitantes em 30 de dezembro para 6,4 na semana passada e chegou a 8,6 na quinta-feira (21). Era de 1,69 no fim de novembro e de 2,95 no dia do mês passado.

Por sexo, as vítimas da co­vid-19 são 564 homens (54,6%) e 469 mulheres (45,4%). A mais jovem em toda a pande­mia é um menino de oito anos que morreu em 19 de outubro e a mais idosa, uma senhora de 101 anos que faleceu no dia 20 de junho.

O município de Ribei­rão Preto superou a marca de 44,4 mil pacientes infec­tados pelo Sars-CoV-2 nes­ta semana – são 44.430. O Boletim Epidemiológico do Departamento de Vigilância em Saúde contabiliza a data do início dos sintomas e do diagnóstico da doença.