RP perto de 800 óbitos por covid

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REUTERS

A Secretaria Municipal da Saúde confirmou mais sete mortes por covid-19, segun­do o Boletim Epidemiológico divulgado nesta quarta-fei­ra, 14 de outubro, e Ribeirão Preto chegou perto de 800 falecimentos em decorrência da doença. Subiu para 797, alta de 0,9% em relação às 790 de terça-feira (13). Um dos óbitos ocorreu no dia 4 e os outros seis em um período de 120 horas, entre sexta-fei­ra (9) e anteontem.

A tendência é de queda na comparação semanal. Entre 29 de setembro e 5 de outubro, ocorreram 31 mortes na cida­de, média de quatro falecimen­tos por dia. Nos sete dias subse­quentes, entre 6 e 12 de outubro, foram confirmados mais 18 óbitos com a atualização de on­tem, média diária de dois – um a cada doze horas, mas este nú­mero deve aumentar durante a semana. A queda é de 41,9% e 13 vítimas fatais a menos.

A média móvel mais bai­xa da pandemia ocorreu na semana de 30 de maio a 5 de junho, quando estava em 16 mortes. A mais alta foi cons­tatada entre 18 a 24 de julho, de 59 falecimentos. O dia com mais óbitos confirmados ainda é 4 de agosto, quando a pasta anunciou 18 falecimentos.

O recorde de mortes em 24 horas pertence a 24 de julho, com 13. Em 3 de agosto, 18 de julho e 25 de setembro foram registrados onze casos fatais em cada e, no dia 7 de julho, doze. O município passou de 29,2 mil pacientes infectados pelo Sars-CoV-2 – são 29.284.

O Boletim Epidemiológi­co do Departamento de Vigi­lância em Saúde contabiliza a data do início dos sintomas e do diagnóstico da doença. O balanço da pasta traz 242 fale­cimentos em julho. Tem ainda 207 de junho, 66 de maio, onze de abril, dois de março e 175 de agosto, mas 198 pessoas mor­reram no mês passado – média diária superior a seis (6,6), cer­ca de um a cada quatro horas.

Segundo o boletim, 93 pes­soas faleceram em setembro, mas a cidade fechou o mês com 166 mortes, cinco por dia. Há registro de uma morte em outubro, mas 42 óbitos ocorre­ram neste mês, três por dia. A taxa de letalidade está em 2,7% – chegou a 5,3% em abril e em maio. A mais baixa até agora é a de setembro, com média de 1,3%, abaixo inclusive à taxa de março, de 2,1%.

Em junho foi de 3,1%, em julho de 2,8% e em agosto, de 2,4%. Continua no mesmo patamar do índice regional (2,7%) e abaixo do estadu­al (3,6%), do nacional (3%) e do mundial (2,9%). Quatro das novas vítimas são do sexo masculino e três, do feminino. Seis estavam internadas em hospitais públicos e uma em instituição particular.

Segundo o Departamento de Vigilância em Saúde, ligado à secretaria, essas pessoas ti­nham entre 62 e 88 anos e seis eram portadoras de doenças preexistentes. Por sexo, são 449 homens (56,3%) e 348 mulhe­res (43,7%). A vítima mais jo­vem é uma mulher de 23 anos que morreu em 28 de junho e a mais idosa, uma senhora de 101 anos que faleceu no 20 do mesmo mês. Setecentas e trinta e três tinham alguma co­morbidade (92%).

Um senhor de 76 anos, um homem de 41, outros dois de 42, uma mulher de 55, um se­nhor e uma senhora de 65, um munícipe de 75, um idoso de 79 e uma idosa de 90 anos não tinham doenças preexistentes (1,2%) e 54 casos estão sob in­vestigação (6,8%). Cento e vin­te e seis pessoas tinham menos de 60 anos (15,8%) e 671 eram sexagenárias, septuagenárias, octogenárias, nonagenárias ou centenárias (84,2%).

Por idade, os óbitos estão distribuídos entre 20 a 29 anos (cinco mortes, 1%), de 30 e 39 anos (17, ou 2%), de 40 a 49 anos (29 óbitos, 4%), entre 50 e 59 anos (76, ou 10%), entre 60 e 69 anos (163, ou 20%), de 70 a 79 anos (226, ou 28%), de 80 a 89 anos (207, ou 26%) e de 90 anos ou mais (74, ou 9%).

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