Resiliente, o Ibovespa – índice de referência da B3 – renovou tanto o recorde de fechamento aos 165.145,98 pontos, em alta de 1,96%, como também o intraday, aos 165.146,49 pontos, bem perto do ajuste final desta quarta-feira, 14 de janeiro. Foi a maior alta em percentual desde 22 de agosto (+2,57%).
O retrato final do dia foi de Ibovespa pela primeira vez a 165 mil pontos em fechamento, rompendo com folga a máxima histórica de encerramento, de 164.455,61, de 4 de dezembro. Nesta quarta-feira, saiu de mínima a 161.974,19 pontos correspondente ao nível de abertura. O giro financeiro foi de R$ 65,5 bilhões.
Avança 1,09% na semana, após ganho de 1,76% na anterior, a primeira completa de janeiro. Subiu 6,37% em novembro. Avançou 1,29% em dezembro. Terminou outubro com avanço de 1,26%. Neste mês de janeiro e em 2026, avança 2,50%. Encerrou o ano passado em alta de 33,95%, no que foi seu melhor desempenho desde 2016, então em alta de 38,9%. Registrou queda de 12,75% em 2024.
O dólar à vista voltou a ganhar força na reta final do pregão, com o real tendo o pior desempenho entre as principais divisas de emergentes e exportadores de commodities, por conta de um movimento de correção alinhado a um desconforto geopolítico. Fechou esta quarta-feira em alta de 0,46%, a R$ 5,4008, enquanto o contrato futuro para fevereiro subia 0,33%, a R$ 5,414.
A moeda norte-americana avança 0,68% na semana, após recuo de 1,10% na anterior. Subiu 1,08% em outubro e recuou 0,85% em novembro. Avançou 2,89% em dezembro. Acumula desvalorização de 1,59% em janeiro e em 2026. A divisa caiu 11,18% no ano passado, após fechar 2024 com alta de 27,34%.

