Após subir pela manhã diante do impasse nas negociações de paz no Oriente Médio no fim de semana, o dólar á vista se firmou em baixa ao longo da tarde desta segunda-feira, 13 de abril, e furou o piso psicológico de R$ 5,00. Com mínima de R$ 4,9835, encerrou em baixa de 0,29%, cotado a R$ 4,9970 – menor valor de fechamento desde 27 de março de 2024 (R$ 4,9793).
Termômetro do comportamento do dólar em relação a uma cesta de seis moedas fortes, o índice DXY, que havia superado os 99,100 pontos na manhã desta segunda-feira, girava ao redor de 98,380 pontos no fim do dia, em queda de cerca de 0,30%.
O dólar caiu 2,88% na semana passada, após fechar a anterior em baixa de 1,56%. A moeda encerrou março em alta de 0,87% e recua 3,51% em abril. Caiu 2,16% em fevereiro. Acumulou desvalorização de 4,40% em janeiro. Perde 8,96% em relação ao real em 2026. A divisa recuou 11,18% no ano passado, após fechar 2024 com alta de 27,34%.
O Ibovespa – índice de referência da B3 – alcançou a inédita marca dos 198 mil no melhor momento. No fechamento desta segunda-feira, mostrava ganho de 0,34%, aos 198.000,71 pontos, não muito distante da máxima do dia, de 198.173,39 pontos, ambas correspondendo a novos recordes. Foi a quarta quebra consecutiva, em série iniciada no dia 8. E também a 17ª vez em que renovou recorde, em 2026. O giro financeiro ficou em R$ 33,8 bilhões.
Subiu 4,93% na semana passda, o terceiro avanço seguido para o intervalo, chegando a 3,58% na anterior. Recuou 0,70% em março. Avança 5,62% em abril. Encerrou fevereiro com alta de 4,09%, após ganho de 12,56% em janeiro. Fechou 2025 em elevação de 33,95%, melhor desempenho desde 2016 (+38,9%). Caiu 12,75% em 2024 e sobe 22,89% em 2026.

