Volante recebeu bola das mãos de Vini Jr. e desperdiçou batida
Carlo Ancelotti explicou a escolha de Bruno Guimarães como batedor do pênalti desperdiçado no primeiro tempo da derrota para a Noruega por 2 a 1, que resultou na eliminação do Brasil nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026, no último domingo (5).
Ao receber a bola das mãos de Vinícius Júnior, o camisa 8 surpreendeu. Afinal, nunca foi batedor oficial nas equipes que defendeu. Guimarães teve a chance de abrir o placar na etapa inicial, mas, após dar uma paradinha, finalizou sem força, para uma confortável defesa do goleiro Nyland.
“Fizemos uma estatística de um ano de jogadores rivais e dos nossos. O melhor a bater o pênalti é Neymar, depois Igor Thiago, depois Raphinha, depois Bruno Guimarães, depois Martinelli”, explicou Ancelotti.
“Escolhemos Bruno Guimarães porque pensamos que era o melhor no campo”, acrescentou o treinador.
Foi o nono pênalti batido pelo jogador na carreira. Desses, quatro foram cobrados durante partidas e os outro cinco ocorreram em disputas de pênaltis. Agora, o volante soma sete acertos e dois erros.
Segundo a comissão técnica, a decisão da ordem dos batedores foi tomada antes do jogo. Neymar, Igor Thiago e Raphinha não estavam no gramado no momento da infração sofrida por Matheus Cunha.
Principal nome do elenco atual da seleção e artilheiro da equipe no Mundial, Vinícius Júnior era uma opção óbvia imaginada pelos torcedores, mas não cobrou. Na última temporada, o ponta cobrou sete pênaltis pelo Real Madrid, com dois erros e cinco acertos.

