O dólar à vista emendou o terceiro pregão consecutivo de baixa nesta segunda-feira, 6 de julho, furou o piso de R$ 5,15 e fechou no menor nível desde meados do mês passado. Com mínima de R$ 5,1279, por volta das 15h55, encerrou o dia em baixa de 0,71%, cotado a R$ 5,1320 – menor valor de fechamento desde 17 de junho (R$ 5,1077).
Referência do comportamento do dólar frente a uma cesta de seis divisas fortes, o índice DXY, que tocou máxima de 101,145 pontos pela manhã, operava na casa dos 100,870 pontos no fim da tarde, ao redor da estabilidade. O Dollar Index recua cerca de 0,30% neste início de julho, o que reduz o avanço em 2026 para pouco mais de 2,60%.
A divisa terminou junho com valorização de 2,38% frente ao real e recua 0,60% em julho. Fechou a semana passada em alta de 0,02%, após ligeira valorização de 0,05% na anterior. Em março subiu 0,87% e caiu 4,36% em abril. Cedeu 2,16% em fevereiro. Acumulou desvalorização de 4,40% em janeiro. Perde 6,50% em relação ao real em 2026. A moeda recuou 10,34% no ano passado, após fechar 2024 com alta de 27,34%.
O Ibovespa – índice de referência da B3 – fechou com queda de 0,93%, aos 172.447,58 pontos, e giro financeiro de R$ 16,94 bilhões. Entre a máxima de abertura (174 057,47 pontos; baixa de 0,01%) e a mínima (171.621,70 pontos, recuo de 1,41%) pela manhã, perdeu cerca de 2.400 pontos.
Terminou junho em queda de 1,01% e sobe 0,25% em julho. Subiu 0,45% na semana passada, após ganho de 2,95% na anterior. Cedeu 0,08% em abril e terminou maio em queda de 7,22%. Encerrou fevereiro com alta de 4,09%, após ganho de 12,56% em janeiro. Fechou 2025 em elevação de 33,95%, melhor desempenho desde 2016 (+38,9%). Caiu 12,75% em 2024 e sobe 7,03% em 2026, após ter chegado a 23,29% em 14 de abril.

