Tribuna Ribeirão
Economia

Dólar recua 0,92% 
e fecha a R$ 5,10

Divulgação
O Ibovespa – referência da B3 – voltou ao patamar dos 185 mil pontos e fechou em elevação de 3,05%, aos 185.205,09 pontos, maior nível desde maio

O dólar à vista emendou o terceiro pregão consecutivo de queda firme frente ao real, apesar do dia negativo para a maioria das divisas latino-americanas, e fechou nos menores níveis desde o início do mês passado. Com mínima de R$ 5,0987 no início da tarde, terminou esta quarta-feira, 2 de setembro, em queda de 0,92%, cotado a R$ 5,1084 – menor valor de fechamento desde 7 de agosto.

O real apresentou o segundo melhor desempenho entre as divisas mais líquidas, atrás apenas do won sul-coreano. Termômetro do comportamento do dólar em relação a uma cesta de seis moedas fortes, o índice DXY operou em leve baixa e rondava os 99,500 pontos por volta das 17 horas

Os preços do petróleo se firmaram em alta ao longo da tarde, diante das incertezas sobre o conflito no Oriente Médio e o tráfego pelo Estreito de Ormuz, que, segundo o presidente Donald Trump, está sob total controle dos EUA. O contrato do Brent para novembro subiu 1,04%, a US$ 95,63 o barril.

A divisa terminou junho com valorização de 2,38% frente ao real e recuou 1,79% em julho.  Encerrou agosto com ganhos de 2,16% e cai 1,38% em setembro. Recua 1,68% na semana, após alta de 1,00% na anterior.

Em março subiu 0,87% e caiu 4,36% em abril. Cedeu 2,16% em fevereiro e 4,40% em janeiro. Perde 6,93% em relação ao real em 2026. A moeda recuou 10,34% no ano passado, após fechar 2024 com alta de 27,34%.

Em um pregão marcado por firme alta, o Ibovespa – índice de referência da B3 – voltou ao patamar dos 185 mil pontos e fechou em elevação de 3,05%, aos 185.205,09 pontos, maior nível desde maio, com mínima de 179.733,57 pontos e a máxima de 186.028,06 pontos.

O volume financeiro total foi de R$ 29,9 bilhões, enquanto o giro total na B3 alcançou R$ 39,60 bilhões.  Terminou junho em queda de 1,01% e avançou 3,47% em julho. Encerrou agosto com leve queda de 0,33% e ganha 4,39% e m setembro.

Sobe 5,43% na semana, após alta de 2,71% na anterior. Cedeu 0,08% em abril e 7,22% em maio. Encerrou fevereiro com alta de 4,09% e ganho de 12,56% em janeiro. Fechou 2025 em elevação de 33,95%, melhor desempenho desde 2016 (+38,9%). Caiu 12,75% em 2024 e sobe 14,94% em 2026, após ter chegado a 23,29% em 14 de abril.

Inscreva-se em nosso Canal no Whatsapp e fique por dentro de tudo que acontece na região.
Clique Aqui!

VEJA TAMBÉM

Nova regra do Pix amplia prazo para contestar golpe

Redacao 5

Venda de veículos 
tem melhor agosto

Redacao 5


PIB cresce 0,5% no segundo trimestre

Redacao 5

Utilizamos cookies para melhorar a sua experiência no site. Ao continuar navegando, você concorda com a nossa Política de Privacidade. Aceitar Política de Privacidade