Após se aproximar de R$ 5,40 no início da tarde desta quarta-feira, 28 de outubro, com investidores de olho em rumores sobre medidas do governo Lula para incrementar a arrecadação, o dólar à vista perdeu fôlego na última hora de negócios e encerrou a sessão em leve baixa de 0,19%, cotado a R$ 5,3402, após tocar a máxima de R$ 5,3992.
Encerrou agosto com ganhos de 2,16% e perdeu 0,10% em setembro. No trimestre, houve alta de 0,23%. Avança 3,19% em outubro. Sobe 6,95% na semana, após queda de 1,58% na anterior. Em março subiu 0,87% e caiu 4,36% em abril. Cedeu 2,16% em fevereiro e 4,40% em janeiro. Perde 2,71% em relação ao real em 2026. A moeda recuou 10,34% no ano passado, após fechar 2024 com alta de 27,34%.
O Ibovespa – índice de referência da B3 – caiu pelo terceiro pregão seguido, acomodando-se na faixa dos 171 mil pontos, que da de 2,68%, aos 171.006,10 pontos, menor nível desde 20 de agosto (167.927,15 pontos). A mínima foi de 170.162,48 pontos, com máxima de 175.711,22 pontos, com giro financeiro de R$ 41 bilhões. Encerrou agosto com leve queda de 0,33% e ganhou 5,03% em setembro.
No terceiro trimestre, subiu 8,32%. Recua 8,23% em outubro. Despenca 16,62% na semana, após queda de 0,17% na anterior. Caiu 0,08% em abril e 7,22% em maio. Em fevereiro houve alta de 4,09% e ganho de 12,56% em janeiro. Fechou 2025 em elevação de 33,95%, melhor desempenho desde 2016 (+38,9%). Caiu 12,75% em 2024 e sobe 6,13% em 2026.

