Tribuna Ribeirão
Economia

Ibovespa volta a
 registrar recorde

Amanda Perobelli/Reuters
 Nesta terça-feira, o Ibovespa – índice de referência da B3 – subiu 1,79%, aos 181.919,13 pontos, com giro financeiro a R$ 35,3 bilhões, ainda sólido

Após a pausa do dia anterior, o Ibovespa – índice de referência da B3 –retomou nesta terça-feira, 27 de janeiro, a escalada para novas máximas históricas, atingindo nova marca inédita, de 183 mil pontos, durante a sessão. Assim, retoma o que se viu na semana passadas, quando saiu de 166 mil para 180 mil pontos no melhor momento, encadeando quatro sessões de recordes no intradia e em encerramento.

Nesta terça-feira, o índice da B3 subiu 1,79%, aos 181.919,13 pontos, com giro financeiro a R$ 35,3 bilhões, ainda sólido. Das últimas seis sessões, o Ibovespa renovou recordes em cinco, à exceção de segunda-feira (26). Desde 14 de janeiro, a de agora é a sétima renovação de recorde de fechamento B3, cuja melhor marca anterior era a de 164,4 mil pontos correspondente ao encerramento de 4 de dezembro passado.

Sobe 1,71% na semana, após fechar a passada com ganho de 8,53%, o melhor desempenho  desde abril de 2020, quando avançou 11,71%. Nas anteriores subiu 0,88% e 1,76%. Avançou 1,29% em dezembro. Em janeiro e em 2026, avança 12,91%, até aqui o melhor desde novembro de 2023, quando subiu 12,54%. Encerrou o ano passado em alta de 33,95%, no que foi seu melhor desempenho desde 2016, então em alta de 38,9%. Registrou queda de 12,75% em 2024.

O dólar despencou no mercado local nesta terça-feira e fechou no menor nível desde 28 de maio de 2024 (R$ 5,1540). Já em queda firme pela manhã, passou a operar abaixo de R$ 5,20 ao longo da tarde e furou pontualmente o piso de R$ 5,20 na última hora de negócios. Com mínima de R$ 5,1987, terminou o pregão em baixa de 1,38%, cotado a R$ 5,2067.

Recua 1.41% na semana, após fechar a passada em baixa de 1,61% e depois de avanço de 0,13% na anterior. Subiu 1,08% em outubro e recuou 0,85% em novembro. Avançou 2,89% em dezembro. Acumula desvalorização de 5,14% em janeiro e em 2026. A divisa caiu 11,18% no ano passado, após fechar 2024 com alta de 27,34%.

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