Tribuna Ribeirão
Geral

Larga Brasa

Nota Fiscal
Até hoje não ficou bem definida a situação da empre­sa que cuida da Nota Fiscal Eletrônica. Dentro de um processo licitatório rápido e, ao que consta, sem par­ticipantes concorrentes, foi entregue o trabalho a uma empresa de outra cidade que cobra de todas as firmas locais, desde as MEIs até as mais graduadas. Para os pequenos o valor é alto.

Nem tanto, mestre
Para quem fatura muito, alegam os MEIs, não é tão one­roso. No entanto, ninguém questiona se poderíamos ter empresas concorrentes para a realização da tarefa e quais os valores cobrados por outras concorrentes que prestam serviços em outras comunidades. Os senhores vereadores poderiam procurar saber e encontrar uma formula para que a salutar concorrência seja efetivada.

Outro calo
Outro “calo” é a empresa que precisou ser contratada para atender a determinações de organização do setor de água. Agora, a agência reguladora, depois de muitos anos de aparente silêncio, resolve mudar o processo de cobrança do fornecimento de água pelo Daerp. Aqui como no caso das notas, as empresas caem de para­quedas, sentam-se nos principais bancos do transporte e querem “bater pênalti”.

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