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Mínimo paulista subirá a R$ 1.804 

Novo piso representa um valor acima da inflação pelo terceiro ano seguido, reajuste de 10% em relação ao ano passado e de 18,84% sobre o nacional (Marcelo S. Camargo/Governo de São Paulo )

O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) encaminhou nesta quarta-feira, 30 de abril, à Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), projeto de lei que propõe o reajuste do salário mínimo paulista para R$ 1.804. O novo valor representa um aumento de 10% em relação ao piso atual, de R$ 1.640, aporte de R$ 164.

Também é 18,84% superior ao mínimo nacional, fixado atualmente em R$ 1.518. São R$ 286 a mais. Desde 2022, o crescimento do piso estadual foi de 40,5%. “Estamos falando de um ganho real da ordem de 27% desde a nossa chegada. Conseguimos chegar a um equilíbrio para oferecer o salário mínimo de R$ 1.804”, disse Freitas.

“É um recurso que chega em boa hora, no momento em que as pessoas estão pressionadas pelo preço dos alimentos. É uma injeção de recursos na nossa economia, que será extremamente relevante, aliada a outras ações que estamos tomando”, afirmou Tarcísio de Freitas.

Esta é a terceira vez consecutiva que o reajuste proposto para o piso paulista supera a inflação acumulada no período. A proposta é superior à inflação acumulada no último ano (4,77%), segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), e representa um ganho real aos trabalhadores.

Desde 2022, último ano antes da atual gestão, o crescimento do salário mínimo estadual soma 40,5%, ante uma inflação de 15,10% nos últimos três anos,de acordo com o INPC. O projeto segue agora para a apreciação dos deputados. A proposta tramitará nas comissões da Alesp antes de seguir para votação definitiva no plenário da Casa.

O governo tem ampla maioria na Alesp para garantir a aprovação.  Criado em 2007, o piso estadual permite que trabalhadores paulistas recebam remunerações acima do salário mínimo nacional. Os valores propostos pelo governo do Estado levam em conta as condições de demanda de mão-de-obra e custo de vida em São Paulo, incorporando especificidades do mercado de trabalho local. 

Criado em 2007, o piso estadual permite que trabalhadores paulistas recebam remunerações acima do salário mínimo nacional. Os valores propostos pelo governo do Estado levam em conta as condições de demanda de mão-de-obra e custo de vida em São Paulo, incorporando especificidades do mercado de trabalho local.

 


 

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