Tribuna Ribeirão
Geral

Paulo Guedes – Principal opositor tem sido o governo

AGÊNCIA BRASIL

Questionado sobre o voto até mesmo dos parlamentares da base do governo em medida que contrariaria a equipe econô­mica, o ministro da Economia, Paulo Guedes, reconheceu nesta quarta-feira, 27, que o principal opositor do governo no Con­gresso tem sido o próprio gover­no. “Está falhando algo em nós. É assustador. Ontem [terça-fei­ra], tomei susto quando falaram que partido do governo ia jogar pedra na CCJ da Câmara”, afir­mou, em referência à audiência pública à qual desistiu de ir.

Guedes avaliou a aprova­ção na terça-feira na Câmara dos Deputados de uma pro­posta de emenda constitucio­nal que engessa ainda o orça­mento – com ampla maioria no plenário – foi uma “exibi­ção de poder político”.

“Ontem [terça-feira] acon­teceu uma demonstração de poder de uma casa legislativa. Foi um recado ao governo que diz que quer aprovar a reforma da Previdência em seis meses, mas também mostrou que PECs podem ser aprovadas em dois dias”, afirmou, em audi­ência pública na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado.

Guedes disse ainda que espe­rava fechamento de questão dos principais partidos da base – PSL e DEM – sobre aprovação da previdência. “Há um choque de acomodação. O grupo que está chegando ainda não sabe onde está a cadeira e o grupo que já estava aí está sentado na jane­la. Mas acho que esse choque de acomodação no parlamento será superado”, completou.

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Guedes avaliou a aprova­ção na terça-feira na Câmara dos Deputados de uma pro­posta de emenda constitucio­nal que engessa ainda o orça­mento – com ampla maioria no plenário – foi uma “exibi­ção de poder político”.

“Ontem [terça-feira] acon­teceu uma demonstração de poder de uma casa legislativa. Foi um recado ao governo que diz que quer aprovar a reforma da Previdência em seis meses, mas também mostrou que PECs podem ser aprovadas em dois dias”, afirmou, em audi­ência pública na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado.

Guedes disse ainda que espe­rava fechamento de questão dos principais partidos da base – PSL e DEM – sobre aprovação da previdência. “Há um choque de acomodação. O grupo que está chegando ainda não sabe onde está a cadeira e o grupo que já estava aí está sentado na jane­la. Mas acho que esse choque de acomodação no parlamento será superado”, completou.

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