Tribuna Ribeirão
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Robô inicia testagem nesta segunda-feira

ALEXANDRE DE AZEVEDO/CCS

O robô adquirido por meio de convênio com a Fun­dação Osvaldo Cruz (Fio­cruz), que já está montado no Supera Parque de Inovação e Tecnologia de Ribeirão Preto, começa a operar na próxima semana – a previsão é que inicie a testagem já na segun­da-feira, 27 de julho.

Tem capacidade de pro­cessar 400 exames RT-PCR de covid-19 a cada duas ho­ras, desafogando o represa­mento e colocando o fluxo de resultados na normalidade. Na manhã desta quinta-feira, 23 de julho, o prefeito Duar­te Nogueira Júnior (PSDB), acompanhado do presidente do Supera Parque e secretá­rio municipal da Saúde, San­dro Scarpelini, fez uma visita para verificar o início de ope­ração do equipamento.

“O robô dará muito mais agilidade na resolução dos exames em Ribeirão Preto e suporte a toda estrutura de saúde com relação aos ca­sos de covid-19. Facilitará o atendimento assistencial, com melhoria da estratégia de combate e enfrentamento da doença e mais segurança à saúde pública de nossa cida­de”, explica o chefe do Execu­tivo. O presidente do Supera Parque diz que as equipes es­tão sendo treinadas para ini­ciar a operação do robô, que tem capacidade de processa­mento para agilizar o proces­so dos exames.

“Esses exames eram pro­cessados manualmente, com tempo de cinco horas para serem feitos. O equipamen­to irá rodar 400 amostras de cada vez, 800 por dia. Com isso, acabaremos com o gar­galo de exames e, com muito mais rapidez, saber os resul­tados no dia”. Desenvolvidos com alta tecnologia, os robôs foram importados da Ale­manha, chegaram à Fiocruz, no Rio de Janeiro, e foram trazidos a Ribeirão Preto na semana passada.

O processo de automati­zação do equipamento per­mite fazer a extração e sepa­ração do RNA do vírus da secreção nasal coletada do paciente, reduzindo o proces­so para cerca de duas horas, que de forma manual, levava cinco horas. Feita a separação do RNA do vírus, a próxima etapa consiste em introduzir o RNA separado em outra máquina, misturando-se a uma substância reagente.

Se a presença do vírus for positiva, a substância em con­tato com o RNA emite fluo­rescência microscópica. No caso de não haver presença do vírus da covid-19, a fluo­rescência microscópica não é emitida. Cada placa tem capacidade de realizar cerca de 120 exames de uma vez. Atualmente, com a coleta da secreção nasal de pacientes, a extração do RNA do vírus está sendo feita em três turnos.

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