Somos seres em construção, em constante evolução. Dos tem­pos da caverna até hoje passaram-se milênios e milênios. O homem selvagem tem vocação de torna-se humano e de humano a divino, no dizer do Papa Paulo VI.

Dos tempos da caverna até hoje passaram-se milênios e milê­nios.O homem selvagem com o tempo pode tornar-se humano e do humano divino, ao dizer do papa Paulo VI.

Seja nos indivíduos como na sociedade a consciência humana evolui em compreensão, misericórdia e compaixão, através da refle­xão, fé e a prática do amor. Também podemos regredir para o estado selvagem do homem lobo do outro homem. Se nos fecharmos entro nós mesmos em nosso egoísmo, seja como indivíduos, grupos ou so­ciedade. Isso parece estar acontecendo agora quando o individualismo na prática e na pregação de linha psiquiátrica e psicologia enfatizam o valor individual contra o altruísmo.

Na sociedade cresce o fascismo, imperialismo, nacionalismo e in­dividualismo. Privilegia-se a vantagem imediata, o lucro desenfreado, a acumulação em prejuízo da grande maioria. O lucro é aplaudido e alcançado na valorização especulativa do dinheiro volátil em desfavor do trabalho produtivo. Em nome do lucro matam-se de fome milhões de pessoas. Se destrói a ecologia com efeitos desastrosos de incêndios devastadores, desgelo, aumento dos níveis do mar, furacões se multi­plicam, envenenamento de rios, do ar e dos oceanos.

Nosso egoísmo nos mata e mata a casa que habitamos.

Dos tempos dos romanos, até hoje, fizeram-se progressos enor­mes na expansão da consciência.
Pouco ou nenhuns valores dava-se para a mulher. A criança era propriedade do “pater familiae” que tinha poder de vida e de morte sobre esposa, filhos e escravos.

Era o império da força física. O Coliseu estremecia aos urros selvagens, enquanto gladiadores em lutas mortíferas, saudavam o imperador: “Ave Caesar, morituri te salutant”
A criança muitas vezes tornava-se instrumento de prazer dos nobres.

A vinda de Cristo conseguiu uma verdadeira revolução na expansão da consciência: somos todos filhos de Deus, não há dife­renças entre judeus, romanos e gregos, escravos e donos, homens e mulheres. E novidade das novidades! O perdão e o absurdo de amar até os inimigos!

O mundo vai lentamente progredindo a caminho do humanismo divino de Cristo.

A consciência para com o respeito aos animais e ecologia são pratica modernas, quase inexistente cem anos atrás.

Hoje, apesar dos fluxos e refluxos históricos do Giambattista Vico, pedofilia, feminicídio, violência contra débeis e animais é muitas vezes detestadas.

O nazismo com o holocausto tentando exterminar “inferiores”, judeus, eslavos, ciganos, marcou um tremendo refluxo histórico, cuja ideologia ainda continua viva e parece revigorar.
Paulatinamente, porém, o Espírito do Mestre divino, que insufla em indivíduos e sociedade, nos levará à “céus novos e terras novas” prometidos.

Nosso trabalho da difusão do Reino de Deus na terra é imprescindível.

Nota: Se é verdade que nossa consciência se expande e somos seres em evolução, confrontar atitude históricas para desculpar devastações ecológicas atuais não parece argumento construtivo, como alegado pelo obedientissimo general Heleno.

A comparação deve ser feita com os tempos atuais. Analisar por exemplo como a Alemanha trata hoje ecologia e como nós tratamos o meio ambiente no Brasil, hoje.

Comentários