O Produto Interno Bru­to (PIB), a soma de todas as riquezas produzidas no país, fechou o segundo trimestre do ano com alta de 0,2% na comparação com primeiro tri­mestre, na série ajustada sazo­nalmente. Na comparação com o segundo trimestre de 2016, a variação do PIB foi de 0,3%.

Os dados fazem parte de pes­quisa divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Esta­tística (IBGE). Com o resultado, o PIB acumulado nos quatro últimos trimestres continua ne­gativo em 1,4% em relação aos quatro trimestres imediatamente anteriores. Com o resultado do segundo trimestre, o PIB fecha os primeiros seis meses do ano com “variação nula” em relação ao primeiro semestre de 2016.

Comércio e consumo das fa­mílias influenciam PIB – A alta verificada no comércio e a reto­mada do consumo das famílias levaram o Produto Interno Bru­to (PIB) a fechar o segundo tri­mestre do ano com alta de 0,2% na comparação com primeiro trimestre, na série ajustada sazo­nalmente. Na comparação com o segundo trimestre de 2016, a variação foi de 0,3%.

É o segundo resultado posi­tivo consecutivo, uma vez que, no primeiro trimestre do ano, o PIB cresceu 1% comparati­vamente ao quarto trimestre de 2016 – o primeiro resultado positivo depois de dois anos de quedas seguidas. O número mostra, na avaliação do presi­dente Michel Temer (PMDB), a retomada da expansão do País.

“O crescimento do PIB teve uma boa solução e mostra o que estamos revelando ao lon­go do tempo: o Brasil está cres­cendo, está se recuperando”, afirmou a jornalistas ao chegar ao hotel onde está hospedado em Pequim, na China, após participar de um banquete em sua homenagem oferecido pelo presidente Xi Jinping.

Segundo o ministro da Fa­zenda, Henrique Meirelles, “os dados do IBGE confirmam que o Brasil está superando a pior recessão da história. Re­gistramos entre abril e junho o segundo trimestre consecutivo de crescimento, depois de dois anos de retração, inflação recor­de e desemprego crescente”.