Tribuna Ribeirão
Saúde

SP soma 5 mortes 
por febre amarela

Rovena Rosa/Ag.Br.
De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (SES-SP), a vacina é a principal ferramenta de prevenção e controle da febre amarela

Com nove casos confirmados, sendo que cinco evoluíram para óbito, Saúde convoca população para vacinação contra a febre amarela

O Centro de Vigilância Epidemiológica do Estado de São Paulo (CVE-SP) confirmou, na quarta-feira, 13 de maio, dois casos de febre amarela no estado, totalizando nove casos da doença em 2026. Os novos registros ocorreram na região do Vale do Paraíba, na cidade de Lagoinha, envolvendo dois homens, de 64 e 54 anos, que evoluíram para óbito, ambos sem histórico de vacinação.

Os casos se somam aos sete já confirmados anteriormente no estado. Na região do Vale do Paraíba, foram registrados oito casos da doença, nas cidades de Cunha, Cruzeiro e Lagoinha, sendo quatro óbitos nesta última e um em Cunha. Já na região de Sorocaba, um homem de 43 anos, morador de Araçariguama, evoluiu para cura. Todos os pacientes confirmados até o momento não estavam vacinados contra a febre amarela.

Diante do cenário, a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (SES-SP) reforça o alerta para a importância da vacinação, considerada a principal medida de prevenção e controle da doença. A imunização é recomendada para toda a população paulista desde 2019 e está disponível gratuitamente nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs).

A orientação é que pessoas que ainda não receberam a vacina procurem a unidade de saúde mais próxima para atualizar a situação vacinal, especialmente antes de viagens para áreas rurais, de mata ou regiões com circulação do vírus. Para garantir a proteção adequada, a vacina deve ser aplicada pelo menos dez dias antes da exposição ao risco.

“A vacinação é a principal forma de prevenção contra a febre amarela e está disponível gratuitamente nas Unidades Básicas de Saúde. É fundamental que a população verifique a situação vacinal, especialmente para aqueles que residem ou viajam para áreas de risco, garantindo a proteção adequada”, destaca a diretora do CVE-SP, Tatiana Lang.

A SES-SP segue monitorando continuamente o cenário epidemiológico e mantém ativas as ações de vigilância e prevenção em todo o estado. A orientação é que casos suspeitos sejam comunicados imediatamente aos serviços de saúde, contribuindo para a resposta rápida e a redução do risco de transmissão.

Os casos e óbitos da doença estão disponíveis no painel: https://nies.saude.sp.gov.br/ses/publico/febre-amarela.  Em Ribeirão Preto, nenhum caso foi confirmado no passado e neste o início de 2026. Dez suspeitas foram notificadas no período, nove em 2025 e uma no atual exercício, todas descartadaas, segundo o Painel de Arboviroses da Secretaria Municipal da Saúde.

A vacina contra a febre amarela é gratuita e segue recomendada na rotina para crianças aos 9 meses, com segunda dose aos 4 anos, e em dose única para pessoas a partir de 5 anos não vacinadas ou sem comprovante de vacinação. Confira o esquema vacinal completo:

* Crianças: uma dose aos 9 meses de idade e um reforço aos 4 anos;
* Pessoas que receberam apenas uma dose antes dos 5 anos: devem tomar uma dose de reforço;
* Pessoas de 5 a 59 anos que ainda não foram vacinadas devem receber uma dose única;
* Pessoas vacinadas com dose fracionada em 2018, durante campanhas emergenciais, devem verificar a necessidade de atualização da caderneta.

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