Tribuna Ribeirão
DestaqueGeral

Quase 80% são fieis ao arroz com feijão 

Pesquisa diz que 77% dos entrevistados são “fiéis” ao arroz com feijão e 6% declararam que pagariam a mais para ter acesso a pratos elaborados 

Segundo o levantamento da Sapore, 77% dos respondentes afirmaram que preferem o tradicional arroz com feijão, proteína e acompanhamentos (Freepick)

Para entender como as pessoas se alimentam no trabalho, a Sapore – multinacional brasileira de serviços de alimentação e facilities – realizou a pesquisa “Panorama da Alimentação no Trabalho”, em parceria com o Instituto QualiBest. Segundo o levantamento, 77% dos respondentes afirmaram que preferem o tradicional arroz com feijão, proteína e acompanhamentos. Já 13% preferem saladas e proteínas, enquanto 4% optam pelos lanches.  
 
Contudo, 6% dos respondentes declararam que na hora da escolha preferem pratos elaborados. Mas, quando questionados se aceitariam pagar um valor a mais por refeição para ter acesso a mais opções de pratos, 69% dos respondentes afirmaram que sim. Apenas 31% declararam que não estariam dispostos.  
 
O estudo foi apresentado na quarta-feira, 30 de outubro, em São Paulo, durante o 2º Seminário da Associação Brasileira de Refeições Coletivas (Aberc). Alguns dados gerais e o recorte dos restaurantes corporativos estão disponíveis no site da Sapore A pesquisa foi realizada online, contemplando todas as regiões do Brasil, e contou com uma amostra de 816 pessoas.  
 
A faixa etária predominante foi de 25 a 34 anos (24%), seguida por 35 a 44 anos (22%). Empatados com 19% estão os participantes de 18 a 24 anos e os que têm acima de 55 anos. Em relação ao estrato social, a classe C predomina, com 49% dos respondentes, ante 38% da classe B. As classes D e E somam 7% e a classe A, 6%. 
 
O estudo exclui os que se declararam atuar 100% home office, já que o objetivo é entender como o trabalhador brasileiro se alimenta fora de casa. Dos participantes, 75% atuam totalmente de forma presencial, enquanto 25% trabalham de forma híbrida de uma a três vezes por semana. 
 
Podendo escolher mais de uma alternativa como resposta, declararam levar marmita de casa para o trabalho 42%; usar vale refeição aparece em segundo com 28%; e se alimentar em restaurante corporativo, 21%. Já 26% declararam que não se alimentam com nenhuma das três opções (lanchonete, marmita comprada na rua etc.). 
 
Restaurantes – A alimentação saudável também foi tema do estudo. Segundo a pesquisa, dentre os que se alimentam em restaurantes corporativos, 44% declararam que montam seus pratos pensando nos grupos alimentares e orientações nutricionais e 43% disseram que fazem isso às vezes. Apenas 13% afirmaram que não levam em consideração. 
 
Quando perguntados se tomariam decisões diferentes caso tivessem acesso a informações de calorias e/ou alergênicos, esse número sobe para 52%. Em contrapartida, 35% afirmaram que talvez levassem em conta, enquanto apenas 12% disseram que não se baseariam nesses dados para decidir o que comer. 
 
A qualidade dos pratos oferecidos lidera o ranking, sendo o fator mais valorizado pelos frequentadores dos restaurantes corporativos. Na sequência, foi apontada a quantidade, seguida pela diversificação. Esses dados demonstram o quanto as empresas do setor precisam investir na capacitação das equipes, possuir uma boa carteira de fornecedores e inovar sempre”, explica Bruno Andrade, diretor de Marketing da Sapore. 
 
Apesar da preferência pelo arroz e feijão, a curiosidade pode levar o brasileiro a se arriscar. Quando perguntados sobre qual a opinião de ter à disposição pratos temáticos, como comida oriental, italiana, mineira etc., 72% dos usuários de restaurantes corporativos disseram que seria ótimo, pois poderiam conhecer outros tipos de culinária. 
 
Preço – A pesquisa mostrou que 45% dos trabalhadores brasileiros respondentes gastam entre R$ 220 e R$ 440 e 18% gastam entre R$ 450 e R$ 660. Já 23% declararam que não gastam, pois tem acesso aos restaurantes corporativos.  
 
Por classe social, 50% dos integrantes da Classe C gastam entre R$ 220 a R$ 440 e 16% entre R$ 450 a R$ 660. Já dentre os respondentes da Classe A, 26% gastam entre R$ 220 a R$ 440 e, também, 26% gastam entre R$ 450 a R$ 660. 
 

Inscreva-se em nosso Canal no Whatsapp e fique por dentro de tudo que acontece na região.
Clique Aqui!

VEJA TAMBÉM

Infraestrutura tem novo secretário

Eduardo Ferrari

Ponto de ônibus fica destruído após ser atingido por ônibus do transporte público de Ribeirão Preto

Redação

Espanha domina França e vai à final da Copa do Mundo

Hugo Luque

Utilizamos cookies para melhorar a sua experiência no site. Ao continuar navegando, você concorda com a nossa Política de Privacidade. Aceitar Política de Privacidade