Tribuna Ribeirão
Cultura

‘O Filho’ chega 
a Ribeirão Preto

Elenco traz Andreas Trotta, Gabriel Braga Nunes, Maria Ribeiro, Thais Lago, Marcio Marinello e Luciano Schwab. A tradução é de Carolina Gonzales (Ronaldo Guler)

Depois do enorme sucesso da peça “O Pai”, Léo Stefanini dirige montagem de “O Filho”, também do francês Florian Zeller, no Theatro Pedro II

Montada em mais de 20 países e adaptada ao cinema, “O Filho” (“Le Fils”), peça do premiado cineasta e dramaturgo francês Florian Zeller, de 46 anos, ganha finalmente sua versão brasileira, com direção de Leo Stefanini. O elenco traz Andreas Trotta, Gabriel Braga Nunes, Maria Ribeiro, Thais Lago, Marcio Marinello e Luciano Schwab. A tradução é de Carolina Gonzales.

O espetáculo estará em cartaz no Theatro Pedro II, em Ribeirão Preto, em 28 de março, último sábado do mês, a partir de 20 horas

O espetáculo estará em cartaz no Theatro Pedro II, em Ribeirão Preto, em 28 de março, último sábado do mês, a partir de 20 horas. Este é o segundo trabalho de Zeller dirigido por Léo Stefanini, que esteve à frente da montagem de “O Pai”, vista por mais de 120 mil espectadores no Brasil e que rendeu o Prêmio Shell de melhor ator para Fúlvio Stefanini.

“Eu conhecia a peça e tinha vontade de montá-la desde 2018. E, graças ao sucesso de O Pai, reconhecido pelo próprio Florian, que nos parabenizou pelo trabalho em sua rede social, foi muito legal podermos trazer ‘O Filho’, que também ambienta esse conturbado universo das relações familiares”, revela o encenador brasileiro.

A trama acompanha Nicolas, um adolescente de 16 anos que se sente perdido em um difícil processo de depressão. Filho de pais separados, ele deixa a casa da mãe para morar com o pai enquanto tenta reencontrar o sentido em sua vida.  O texto provoca uma reflexão sobre as relações familiares e os mistérios insondáveis da mente.

“A depressão em adolescentes é tema fundamental na reflexão sobre nossa sociedade atual. Não faltam dados que comprovam o aumento exponencial de casos, em todas as classes sociais, em grande parte dos países do mundo. Não à toa a peça se tornou uma febre, sendo montada em todos os continentes. E poder jogar luz sobre o tema é importante para impactar o público de maneira única, provocando a reflexão sobre os caminhos possíveis para a redução de um quadro alarmante”, explica Stefanini.

O diretor ainda conta que a encenação é completamente pautada pelo trabalho com os atores. “O público vai acompanhar um espetáculo em ‘close’, valorizando cada detalhe da trama através de seus olhares e expressões. Neste sentido, não há ‘pirotecnia’ na cena. O cenário, a luz e a trilha seguem a sinteticidade proposta pelo texto”, acrescenta.

Além do elenco com Maria Ribeiro, Gabriel Braga Nunes, Thais Lago, Andreas Trotta, Marcio Marinello e Luciano Schwab e direção geral de Léo Stefanini, o espetáculo tem direção de produção de Thiago Wenzler, trilha sonora original de Sérvulo Augusto, desenho de luz de Cesar Pivetti, figurinos de  Yakini Rodrigues (Kiki) e fotografia de Ronaldo Gutierrez.

A trama acompanha Nicolas, adolescente de 16 anos que se sente perdido em difícil processo de depressão: ele deixa a casa da mãe para morar com o pai

Sinopse – Nicolas é um jovem de 16 anos, apresentando sinais de depressão. Sente-se perdido. Filho de pais separados, troca a casa da mãe (Maria Ribeiro) pela do pai (Gabriel Braga Nunes). Na peça “O Filho”, o dramaturgo francês Florian Zeller mergulha na teia complexa das relações familiares para refletir sobre os mistérios insondáveis da mente e o imenso desafio em tentar ajudar um jovem a reencontrar sentido na vida.

Ingressos – Os ingressos custam R$ 180 (plateia A), R$ 140 (plateia B), R$ 120 (frisa), R$ 100 (balcão nobre) e R$ 80 (balcão simples). A meia-entrada sai por R$ 90, R$ 70, R$ 60, R$ 50 e R$ 40, respectivamente. Estarão à venda no site Mega Bilheteria ( www.megabilheteria.com) e no guichê do teatro, sem taxa de administração, a partir de 3 de fevereiro.

A meia-entrada vale para estudantes, pessoa com deficiência e um acompanhante, idosos (pessoas com mais de 60 anos), diretores, coordenadores pedagógicos, supervisores e titulares de cargos do quadro de apoio das escolas das redes estadual e municipais, professores da rede pública estadual e das redes municipais de ensino.

O Theatro Pedro II informa que não é permitido crianças menores de 12 anos na fila A dos setores balcão nobre e balcão simples, por determinação do Ministério Público de São Paulo (MPSP), devido a altura do guarda corpo.  Ingressos para cadeirantes são destinados ao setor frisa do teatro.

Não será permitida a entrada após o início do espetáculo, não havendo troca de ingresso e nem devolução do dinheiro. Para melhor conservação do Theatro Pedro II é proibido o consumo de bebidas e alimentos dentro das salas de espetáculos. Fica na rua Álvares Cabral nº 370, no Quarteirão Paulista, Centro Histórico de Ribeirão Preto.

O local tem capacidade para 1.588 pessoas, mas parte foi interditada por segurança. Atualmente conta com 1.200 lugares. O telefone para mais informações é (16) 3977-8111. Ou acesse www.theatropedro2.com.br.. O espetáculo não é recomendado para menores de 16 anos. O espaço é o terceiro maior teatro de ópera do Brasil. O uso de máscara é opcional.

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