Tribuna Ribeirão
Saúde


Ribeirão soma 75 casos 
de dengue no ano

Pixabay 
No ano passado, o Aedes aegypti fez 21.592 vítimas na cidade

No ano passado, Ribeirão Preto registrou 21.592 casos de dengue – além de 39.745 sob investigação –, contra 44.630 de 2024, queda de 51,62% e 23.038 ocorrências a menos. Até quarta-feira, 25 de fevereiro, a Secretaria da Municipal Saúde havia recebido 2.243 notificações sobre pacientes com a doença em 2026, segundo o Painel de Arboviroses.

Setenta e cinco casos foram confirmados, seis na região Central, 16 na Zona Leste, 25 na Norte, 15 na Sul e dez na Oeste, além de três ainda sem identificação de distrito. O total de ocorrências 2026 é 99,15% inferior aos 8.862 do mesmo período do ano passado, 8.787 a menos. São 24 casos em fevereiro e 51 em janeiro, 3.661 menos que os 3.644 do primeiro mês de 2025, queda de 98,62%.

Nenhum óbito foi registrado até agora em janeiro e início de fevereiro, contra cinco do primeiro bimestre de 2025. Neste ano, uma das vítimas do mosquito Aedes aegypti – transmissor da doença e febre chikungunya – tem menos de um ano, nove são crianças de 1 a 4 anos, sete têm entre 5 e 9 anos, dez de 10 a 19 anos, 29 de 20 a 39 anos, 14 de 40 a 59 anos e cinco idosos de 60 anos ou mais. Também já foram confirmados quatro casos de febre chikungunya na cidade.

Ribeirão Preto fechou 2025 com onze mortes por dengue: quatro em janeiro, outro em fevereiro, quatro em março e dois em abril, entre eles a de um menino de seis anos. As demais vítimas são sete idosos acima de 60 anos – quatro senhoras e três senhores – e três adultos na faixa de 20 a 39 anos, dois do sexo feminino e um do masculino. 

Em 2024, Ribeirão Preto registrou 26 mortes em decorrência de dengue – 14 mulheres e doze homens, o maior em pelo menos dez anos (desde 2016), 189% acima dos 17 falecimentos de 2023. No ano passado foram 15 a menos, baixa de 57,69%. Desde 2013 já são 80 óbitos por dengue no município.

O total de casos de 2024 também representa a maior epidemia de dengue da história considerando o número de vítimas do mosquito Aedes aegypti. Supera em 27,36% o recorde de 35.043 registrado em 2016. São 9.587 a mais. Também soma 32.328 a mais que as 12.302 de 2023, aumento de 262,79%, segundo o Painel de Arboviroses da Secretaria Municipal da Saúde.

No final de janeiro, a prefeitura de Ribeirão Preto anunciou medidas de prevenção e combate à dengue na cidade. A principal novidade é a instalação de duas tendas e um container em três Unidades de Pronto Atendimento. O objetivo é evitar que pacientes em tratamento de outras enfermidades, algumas contagiosas, dividam filas com vítimas do Aedes aegypti.

Regiões – Em 2025, dos 21.592 casos de dengue confirmados em Ribeirão Preto, 8.166 têm entre 20 e 39 aos, 5.813 pacientes têm entre 40 e 59 anos, 2.847 têm mais de 60 anos, 2.854 são do grupo de 10 a 19 anos, 1.184 são crianças de 5 a 9 anos, 594 têm entre 1 e 4 anos e 134 vítimas tem menos de 1 anos. No ano passado, foram 6.749 na Zona Leste, 5.080 na Oeste, 4.175 na Sul, 2.787 na Central e 2.800 na Norte de Ribeirão Preto, além de um caso ainda sem identificação de distrito.

Em pouco mais de 16 anos, a cidade já registrou 227.162 casos de dengue.  Foram contabilizadas 316 ocorrências de febre chikungunya em 2024, onze importadas. Uma pessoa morreu. No ano anterior, foram 121, sendo 107 autóctones. Foram 208 em 2025, cinco importados (dados revisados), sem óbitos.

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