Tribuna Ribeirão
Economia

Dólar sobe 0,42%
e fecha a R$ 5,08

Marcello Casal Jr./Ag.Br.
Dólar à vista fechou em queda de 0,42%, cotado a R$ 5,0896

O dólar à vista segue em queda e fechou abaixo de R$ 5,09 nesta segunda-feira, 20 de julho, marcada pela desvalorização da divisa americana ante moedas emergentes. Embora o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tenha voltado a endurecer o tom contra o Irã à tarde, o fato de Teerã ter confirmado a proposta de mediadores para reduzir as tensões com Washington foi predominante e guiou a interpretação de que há espaço para arrefecimento do conflito.

O real conta ainda com juros elevados, o que beneficia operações de carry trade, e petróleo valorizado, o que ajuda nos termos de troca, como fatores de apoio. Assim, o dólar à vista caiu 0,42%, cotado a R$ 5,0896, e o futuro para agosto recuava 0,50%, a R$ 5,1045, por volta das 17 horas – em dissonância com o DXY, que mede a divisa americana contra pares fortes e subia 0,18%.

A divisa terminou junho com valorização de 2,38% frente ao real e recua 1,42% em julho. Terminou a semana passada com leve valorização de 0,05%, após queda de 1,17% na anterior. Em março subiu 0,87% e caiu 4,36% em abril. Cedeu 2,16% em fevereiro. Acumulou desvalorização de 4,40% em janeiro. Perde 7,28% em relação ao real em 2026. A moeda recuou 10,34% no ano passado, após fechar 2024 com alta de 27,34%.

O Ibovespa – índice de referência da B3 –fechou esta segunda-feira em baixa, sem força para levar até o fechamento a recuperação ensaiada pela manhã, quando conseguiu romper os 174 mil pontos. Encerrou com recuo de 0,20%, aos 173.371,35 pontos, com máxima de 174.310,57 pontos (+0,34%) e mínima de 173.221,86 pontos (-0,28%). O giro financeiro foi de R$ 15,8 bilhões.

Terminou junho em queda de 1,01% e avança 0,78% em julho. Encerrou a semana passada com queda de 2,33%, após alta de 2,18% na anterior. Cedeu 0,08% em abril e terminou maio em queda de 7,22%. Encerrou fevereiro com alta de 4,09%, após ganho de 12,56% em janeiro. Fechou 2025 em elevação de 33,95%, melhor desempenho desde 2016 (+38,9%). Caiu 12,75% em 2024 e sobe 7,60% em 2026, após ter chegado a 23,29% em 14 de abril.

Inscreva-se em nosso Canal no Whatsapp e fique por dentro de tudo que acontece na região.
Clique Aqui!

VEJA TAMBÉM

Mercado reduz expectativa de inflação para 5,15% em 2026

Redacao 5

Economia cresce 0,7% em maio, puxada por consumo das famílias, diz FGV

William Teodoro

Com novas regras do BC, registros de fraudes financeiras crescem 10%

William Teodoro

Utilizamos cookies para melhorar a sua experiência no site. Ao continuar navegando, você concorda com a nossa Política de Privacidade. Aceitar Política de Privacidade