Tribuna Ribeirão
Geral

Trânsito já fez 38
vítimas em 2026 em Ribeirão


Alfredo Risk/Arquivo 
No ano passado, 47 vítimas estavam de motocicleta, 54% do total

Balanço divulgado pelo novo painel do Movimento Paulista de Segurança no Trânsito (Infosiga-SP) indica que o trânsito de Ribeirão Preto registrou 87 mortes no ano passado, 21 a menos que as 108 de 2024, queda de 19,44%.
Em cinco meses de 2026 já são 38 óbitos, seis a menos que os 44 do mesmo período de 2025, queda de 13,64%. Neste ano são seis em janeiro, quatro em fevereiro, oito em março, onze em abril (dados revisados) e nove em maio, dois a menos e baixa de 18,18%.

Em comparação com os doze de maio de 2025, são três a menos, recuo de 25%. Entre as vítimas estão 30 homens (89%) e oito mulheres (11%). São 23 motociclistas (60%), dez pedestres (26%), três ciclistas (8%) e duas pessoas que estavam de carro (5%). Trinta e três mortes ocorreram em vias municipais (86,8%) e cinco em rodovias dentro do perímetro urbano (13,2%).

Em 2025, ainda ocorreram oito em dezembro, três em novembro, oito em outubro, seis em setembro, oito em agosto, três em julho, sete mortes em junho, doze em maio, quatro em abril, dez em março, onze em fevereiro (recorde de 2025) e sete em janeiro. Encerrou o período anterior com 25 mortes a mais que os 83 óbitos de 2023, aumento de 30,12%.

A cidade também bateu o recorde histórico de 2022, quando 101 pessoas morreram nas vias do município. São sete a mais, aumento de 6,93% A taxa em doze meses – de abril de 2025 a maio deste ano – está em 11,39 por 100 mil habitantes, acima dos 11,53 do mês anterior.

Este resultado fez Ribeirão Preto manter o 13º lugar no ranking estadual de mortes no trânsito, com 81 óbitos no período. Piracicaba lidera (taxa de 16,47), seguida por Taubaté (16,24), Franca (15,71), São Vicente (14,99), Praia Grande (14,90) e São Bernardo do Campo (14,79).

O Movimento Paulista de Segurança no Trânsito considera uma população de 704.874 pessoas em Ribeirão Preto. O balanço anual mostra queda no total de óbitos registrados em 2023, em comparação com 2022. Foram 83 mortes nas ruas, avenidas, alamedas, viadutos e rodovias que cortam o município em 2023, ante 101 do mesmo período do ano anterior – pela primeira vez um placar centenário –, 18 a menos e queda de 17,82%.

Perfil – No ano passado, 47 vítimas estavam de motocicleta (54% do total), 13 de bicicleta (15%), onze eram pedestres (13%), nove estavam de carro (10%), três de caminhão (3%) e três dados não estão disponíveis (3%). Não há informações sobre um óbito.  São 62 homens (71%) e 25 mulheres (29%). Em 2024, 61 vítimas estavam de motocicleta (57% do total), 74,29% acima dos 35 de 2023 (33,75% das mortes), 26 a mais.

No ano passado, 20 mortes ocorreram em rodovias dentro do perímetro urbano (23%), 56 em vias municipais (64,4%) e onze não têm identificação de local (12,6%). A malha viária é composta por mais de 1,5 mil quilômetros de vias municipais e também de rodovias concedidas pelo Estado.

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