O dólar à vista caiu 0,43% nesta quarta-feira, 22 de julho, e fechou cotado a R$ 5,0517, no piso de encerramento desde 2 de junho. O contrato futuro para agosto cedia 0,50%, a R$ 5,0625 por volta das 17 horas, enquanto o DXY, que mede a moeda americana contra seis pares fortes, rondava estabilidade, a -0,05%.
O fluxo do petróleo no Oriente Médio segue gerando preocupações e impulsionando as cotações, tanto que o Brent para setembro subiu 3,63%, a US$ 94,07 o barril. Além da continuidade dos conflitos entre Estados Unidos e Irã, o grupo iemenita Houthi tem ameaçado bloquear parte do Estreito de Bab-el-Mandeb.
A divisa terminou junho com valorização de 2,38% frente ao real e recua 2,16% em julho. Recua 1,17% na semana, após leve valorização de 0,05% na anterior. Em março subiu 0,87% e caiu 4,36% em abril. Cedeu 2,16% em fevereiro e 4,40% em janeiro. Perde 7,97% em relação ao real em 2026. A moeda recuou 10,34% no ano passado, após fechar 2024 com alta de 27,34%.
O Ibovespa – índice de referência da B3 – fechou em alta firme, acima dos 177 mil pontos. Desse modo, o índice voltou a fechar no azul após cinco sessões em queda, descolado da fraqueza das bolsas americanas e da abertura da curva de juros, com valorização em 2026 já nos 10%.
Saltou mais de 4 mil pontos. sempre no campo positivo, com mínima estável, aos 177.461 pontos. Terminou o dia com 177.547,57 pontos, em alta de 2,44%, maior nível desde o último dia 10, quando havia encerrado com 177.866,37 pontos. Na máxima, chegou a 177.641,24 pontos (+2,49%). O giro financeiro somou R$ 22,57 bilhões.
Terminou junho em queda de 1,01% e avança 3,21% em julho. Sobe 2,21% na semana, ante queda de 2,33% na anterior. Cedeu 0,08% em abril e 7,22% em maio. Encerrou fevereiro com alta de 4,09% e ganho de 12,56% em janeiro. Fechou 2025 em elevação de 33,95%, melhor desempenho desde 2016 (+38,9%). Caiu 12,75% em 2024 e sobe 10,19% em 2026, após ter chegado a 23,29% em 14 de abril.

