Após encerrar o pregão da quarta-feira (5) praticamente estável, o dólar exibiu queda firme nesta quinta-feira, 6 de agosto, na contramão do sinal predominante de alta da moeda norte-americana no exterior, embora outras divisas latino-americanas, em especial o peso colombiano, também tenham ganhado terreno.
Em baixa desde o início dos negócios e com mínima de R$ 5,0906, o dólar à vista fechou em queda de 0,41%, cotado a R$ 5,1073. Lá fora, a divisa ganhou força em relação a moedas fortes, com o índice DXY voltando a superar a marca dos 100,000 pontos na máxima da sessão, aos 100,020 pontos.
A divisa terminou junho com valorização de 2,38% frente ao real e recuou 1,79% em julho. Sobe 0,73% em agosto e na semana, após queda de 0,21% na anterior. Em março subiu 0,87% e caiu 4,36% em abril. Cedeu 2,16% em fevereiro e 4,40% em janeiro. Perde 6,95% em relação ao real em 2026. A moeda recuou 10,34% no ano passado, após fechar 2024 com alta de 27,34%.
O Ibovespa – índice de referência da B3 – encerrou o pregão desta quinta-feira perto das mínimas, em 175 mil pontos. No fim do pregão, caiu 1,23%, aos 175.546,36, perto da mínima de 175.514,86. Na máxima do dia, o principal índice da B3 foi aos 177.720,00 pontos. O volume financeiro foi de R$ 20,10 bilhões (com o giro total da B3 alcançando R$ 28,2 bilhões).
Terminou junho em queda de 1,01% e avançou 3,47% em julho. Recua 1,38% em agosto e na semana, após ganho de 2,27% na anterior. Cedeu 0,08% em abril e 7,22% em maio. Encerrou fevereiro com alta de 4,09% e ganho de 12,56% em janeiro. Fechou 2025 em elevação de 33,95%, melhor desempenho desde 2016 (+38,9%). Caiu 12,75% em 2024 e sobe 9,6% em 2026, após ter chegado a 23,29% em 14 de abril.

