Tribuna Ribeirão
Economia

Dólar recua 0,70% 
e fecha a R$ 5,10

O dólar abriu a semana em queda firme frente ao real e chegou a esboçar romper o piso de R$ 5,10 nesta segunda-feira, 21 de setembro, em dia de maior apetite ao risco no exterior, com a quarta queda consecutiva do petróleo, embora o barril do Brent siga ao redor de US$ 100, e a expectativa de melhora nas relações entre Estados Unidos e China.

Os presidentes dos dois países, pela ordem, Donald Trump e Xi Jinping, têm reunião nesta semana em território americano em meio a negociações sobre tarifas e inteligência artificial. O real figurou entre as três divisas mais líquidas com melhor desempenho.

Está no grupo das cinco divisas com maiores ganhos em relação ao dólar em 2026. O índice DXY subia 0,21% perto do fim da tarde, aos 100,428 pontos, perto da máxima de 100,451 pontos. Após mínima de R$ 5,1030, no início da tarde, o dólar à vista fechou em baixa de 0,70%, cotado a R$ 5,1084.

O Banco Central já interveio três vezes no mercado neste mês, com oferta total de US$ 3 bilhões no mercado spot – US$ 2 bilhões conjugados com venda de dólar futuro, via oferta de swaps cambiais reversos – e US$ 1 bilhão em linha (venda com cláusula de recompra). Operadores veem a possibilidade de novas atuações do BC se não houver alteração na dinâmica do fluxo.

A divisa encerrou agosto com ganhos de 2,16% e cai 1,38% em setembro. Ganhou 0,37% na semana passada, após queda de 0,11% na anterior. Em março subiu 0,87% e caiu 4,36% em abril. Cedeu 2,16% em fevereiro e 4,40% em janeiro. Perde 6,93% em relação ao real em 2026. A moeda recuou 10,34% no ano passado, após fechar 2024 com alta de 27,34%.

O Ibovespa – índice de referência da B3 – começou a semana com um desempenho bastante positivo ao terminar a sessão em alta de 0,74%, aos 186.595,60 pontos, bem próximo aos 187 mil pontos, com mínima de 185.246,81 pontos e máxima de 187.434,25 pontos. O giro financeiro foi de R$ 19,4 bilhões, alcançando R$ 27,7 bilhões no total da B3.

Encerrou agosto com leve queda de 0,33% e ganha 5,17% em setembro. Recuou 1,06% na semana passada após alta de 1,11% na anterior. Cedeu 0,08% em abril e 7,22% em maio. Em fevereiro houve alta de 4,09% e ganho de 12,56% em janeiro. Fechou 2025 em elevação de 33,95%, melhor desempenho desde 2016 (+38,9%). Caiu 12,75% em 2024 e sobe 15,80% em 2026, após ter chegado a 23,29% em 14 de abril.

Inscreva-se em nosso Canal no Whatsapp e fique por dentro de tudo que acontece na região.
Clique Aqui!

VEJA TAMBÉM

Focus projeta Selic em 13,50%

Redacao 5

Subsídio não segura alta do diesel

Redacao 5

Pix terá novas regras para fraudes, cobrança híbrida e contas-salário

William Teodoro

Utilizamos cookies para melhorar a sua experiência no site. Ao continuar navegando, você concorda com a nossa Política de Privacidade. Aceitar Política de Privacidade