O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) cresceu 0,60% em fevereiro, na comparação com janeiro e na série com ajuste sazonal, informou a autarquia nesta quinta-feira, 16 de abril. O indicador havia subido 0,86% em janeiro (revisado, de 0,78%).
O IBC-Br ex-agropecuária, que exclui os efeitos do setor da conta, aumentou 0,61%, após uma alta de 0,96% no mês anterior (revisado, de 0,86%). O indicador próprio da agropecuária subiu 0,23%, após queda de 1,32% em janeiro (revisado, de -1,49%).
O índice de serviços cresceu 0,29%, após subir 0,87% no mês anterior (revisado de 0,81%); o da indústria aumentou 1,18%, após aumentar de 0,40% em janeiro (revisado, de 0,37%); e o de impostos – equivalente, em linhas gerais, à rubrica de impostos líquidos sobre produtos do Produto Interno Bruto (PIB) – cresceu 0,75%, após alta de 0,78% em janeiro (revisado de 0,47%).
Interanual – Na comparação com fevereiro de 2025, o IBC-Br total caiu 0,27% na série sem ajuste sazonal. O índice ex-agropecuária ficou estável (0,00%) na comparação interanual, após alta de 0,97% no mês anterior (revisado, de 0,91%). O da agropecuária teve queda de 1,31%, depois de ter crescido 1,51% em janeiro (revisado, de 0,65%).
O indicador de serviços cresceu 0,99%, após alta de 2,21% (revisado, de 2,09%). O da indústria caiu 1,30%, depois de ter caído 1,19% (revisado, de -1,17%). O índice de impostos caiu 2,63%, após recuo de 1,35% (revisado, de -1,27%).
Doze meses – O IBC-Br acumulou alta de 1,88% nos doze meses encerrados em fevereiro, na série sem ajuste sazonal. É uma desaceleração frente ao mesmo período até janeiro, quando a alta era de 2,28% (revisado, de 2,26%).
O índice ex-agropecuária, que exclui os efeitos do setor, cresceu 1,40% – também desacelerando frente ao mesmo intervalo de tempo até janeiro, quando avançava 1,65% (revisado, de 1,64%).
O indicador da agropecuária acumulou alta de 9,66% nos doze meses até fevereiro, contra 12,48% (revisado, de 12,32%) no mesmo período até o mês anterior.
Também em doze meses, a taxa acumulada pelo IBC-Br da indústria passou de 1,02% (revisado, de 1,05%) para 0,77%. O índice de serviços passou de 2,10% (revisado, de 2,05%) para 1,91%.
O indicador de impostos – equivalente, em linhas gerais, à rubrica de impostos líquidos sobre produtos do Produto Interno Bruto (PIB) – passou de 0,70% (revisado, de 0,74%) para 0,13%.
Primeiro bimestre – No acumulado de janeiro a fevereiro de 2026, o IBC-Br total cresceu 0,39% frente ao mesmo período de 2025. O índice ex-agropecuária avançou 0,49%, enquanto o indicador do agro caiu 0,41%. A indústria recuou 1,24% e os impostos caíram 1,98%. Os serviços subiram 1,60%.
Trimestre até fevereiro – O IBC-Br total cresceu 1,13% no trimestre móvel encerrado em fevereiro, na série com ajuste sazonal e na comparação com os três meses anteriores. O índice ex-agro subiu 1,06%, enquanto o específico do agro aumentou 1,78%. A indústria subiu 1,01%; os serviços aumentaram 1,10%. Os impostos aumentaram 1,35%.
Considerando o trimestre até fevereiro, mas frente ao mesmo período de 2025 e na série sem ajuste sazonal, o IBC-Br total cresceu 1,28%. O índice ex-agropecuária teve alta de 1,32%, e o específico do agro, de 1,10%. Os serviços subiram 2,18%. Já a indústria recuou 0,26% e os impostos caíram 0,45%.

