Previsão é para mais 200 cirurgias nesta semana; Próxima área de atendimento será no Parque Maurílio Biaggi
Depois de dez anos, a prefeitura de Ribeirão Preto reativou o Castramóvel, veículo equipado para castraçõesde cães e gatos. Em apenas 15 dias, com atendimentos às terças e quintas-feiras e aos sábados, já foram realizadas 237 cirurgias.
O equipamento está no Jardim Cristo Redentor, na Zona Norte, e ficará no bairro até sábado, 2 de maio, com previsão de mais 200 cirurgias. A partir de terça-feira (5), o Castramóvel estará no Parque Maurílio Biagi, na Vila Tibério, na divisa das regiões Central e Oeste da cidade.
“A reativação do Castramóvel pela prefeitura foi uma ação essencial para que garantíssemos o trabalho intensivo de castração gratuita na cidade”, diz a secretária de Meio Ambiente, Agricultura e Sustentabilidade, Mariana Sargento. Até o momento, a prefeitura castrou 1.063 animais, através do CADPet, cadastro online para tutores interessados no serviço. 
“Somente com o Castramóvel, serão quase oito mil castrações neste ano e a previsão para 2026 é de 15 mil cirurgias no total, atendimentos que não poderiam ser feitos se não fosse por esse equipamento”, ressalta a secretária de Meio Ambiente, Agricultura e Sustentabilidade.
Interessados em se cadastrarem para o mutirão de castração devem acessar o CadPET e se inscreverem no link https://processodigital.ribeiraopreto.sp.gov.br/atendimento/servico-info/424. Após a inscrição, as equipes da Gerência de Bem-Estar Animal entrarão em contato para agendar as castrações, que podem ser realizadas pelo Castramóvel, clínicas conveniadas ou a própria GBEA.
“É importante que os tutores levem os animais na data e hora marcada, para garantir a realização da cirurgia e não perder a vaga. Após a confirmação, nossa equipe se prepara para o atendimento. Se não comparecem, perdem a oportunidade e devem realizar nova inscrição”, reforça a secretária.
Para garantir o sucesso da castração, é importante que os tutores sigam alguns procedimentos pré e pós-operatórios. Dentre as principais orientações, está o uso de colares elizabetanos, conhecidos popularmente como cones, para os machos, e de roupas cirúrgicas para as fêmeas, como explica a médica veterinária da Gerência de Bem-Estar Animal, Giovana Lima.
“É obrigatório que os tutores levem esses acessórios cirúrgicos, para evitar que os animais tenham acesso aos pontos da castração e não gere complicações”, afirma. Após a cirurgia, os tutores recebem todas as orientações, como receitas médicas, cuidados pós-castração e contatos para emergências, a fim de garantir a saúde e o bem-estar dos cães e gatos.

