Após trocas de sinal ao longo da tarde, o dólar encerrou a sessão desta quinta-feira, 3 de setembro, em leve baixa, na casa de R$ 5,10, alinhado ao movimento de enfraquecimento da moeda americana no exterior, com a diminuição das apostas em alta de juros nos Estados Unidos em setembro.O real, que figurou nos últimos dias como uma das divisas com melhor desempenho no mercado global, apresentou desempenho bem mais modesto
Com mínima de R$ 5,0705 e máxima de R$ 5,1137, o dólar à vista encerrou o dia em baixa de 0,08%, cotado a R$ 5,1045. Foi a quarta sessão consecutiva de queda. Referência em relação a uma cesta de seis divisas fortes, o índice DXY furou o piso dos 99,000 pontos e rondava os 98,960 pontos perto do fim da tarde, após mínima aos 98,831 pontos.
A divisa terminou junho com valorização de 2,38% frente ao real e recuou 1,79% em julho. Encerrou agosto com ganhos de 2,16% e cai 1,46% em setembro. Recua 1,77% na semana, após alta de 1,00% na anterior.
Em março subiu 0,87% e caiu 4,36% em abril. Cedeu 2,16% em fevereiro e 4,40% em janeiro. Perde 7,00% em relação ao real em 2026. A moeda recuou 10,34% no ano passado, após fechar 2024 com alta de 27,34%.
O Ibovespa – índice de referência da B3 – defendeu os 185 mil pontos (185.188,13 pontos) e encerrou perto da estabilidade, em leve queda de 0,01%, depois de onze pregões seguidos de firme alta. A máxima foi de 188.891,50 pontos e a mínima de 184.718,36 pontos, com giro financeiro de R$ 26,2 bilhões. Terminou junho em queda de 1,01% e avançou 3,47% em julho. Encerrou agosto com leve queda de 0,33% e ganha 4,38% e m setembro.
Sobe 5,42% na semana, após alta de 2,71% na anterior. Cedeu 0,08% em abril e 7,22% em maio. Encerrou fevereiro com alta de 4,09% e ganho de 12,56% em janeiro. Fechou 2025 em elevação de 33,95%, melhor desempenho desde 2016 (+38,9%). Caiu 12,75% em 2024 e sobe 14,93% em 2026, após ter chegado a 23,29% em 14 de abril.

