Após dois pregões seguidos de queda, em que acumulou baixa de 1,16%, o dólar à vista apresentou alta firme nesta quinta-feira, 29 de outubro, e flertou com fechamento na casa de R$ 5,40. Com o refresco no fim da sessão, terminou o dia cotado a R$ 5,3878, em elevação de 0,89%.
Referência do comportamento da divisa americana em relação a uma cesta de seis moedas fortes, o índice DXY deu sequência ao movimento de queda iniciado na tarde de quarta e furou o piso dos 102,000 pontos. O real amargou o segundo pior desempenho entre divisas mais líquidas, à frente apenas do peso mexicano. Encerrou agosto com ganhos de 2,16% e perdeu 0,10% em setembro. No trimestre, houve alta de 0,23%.
Avança 4,12% em outubro. Sobe 7,90% na semana, após queda de 1,58% na anterior. Em março subiu 0,87% e caiu 4,36% em abril. Cedeu 2,16% em fevereiro e 4,40% em janeiro. Perde 1,85% em relação ao real em 2026. A moeda recuou 10,34% no ano passado, após fechar 2024 com alta de 27,34%.
O Ibovespa – índice de referência da B3 – cedeu até os 168.765,35 pontos (-1,31%) ao longo da tarde, mas apresentou relativa melhora no fechamento, com recuo de 1,06%, aos 169.186,42 pontos. A máxima do dia foi de 171.402,97 pontos, com giro financeiro de R$ 31 bilhões. Encerrou agosto com leve queda de 0,33% e ganhou 5,03% em setembro.
No terceiro trimestre, subiu 8,32%. Recua 9,20% em outubro. Despenca 17,50% na semana, após queda de 0,17% na anterior. Caiu 0,08% em abril e 7,22% em maio. Em fevereiro houve alta de 4,09% e ganho de 12,56% em janeiro. Fechou 2025 em elevação de 33,95%, melhor desempenho desde 2016 (+38,9%). Caiu 12,75% em 2024 e sobe 5% em 2026.

