Tribuna Ribeirão
Polícia

Polícia investiga feminicídio e morte por atropelamento na região

Suspeita é que homem morto após ser atropelado seja o autor do feminicídio registrado momentos antes

Vítima foi encontrada no quarto de sua residência sem vida e com diversas facadas pelo corpo (Foto: GCM Orlândia)

Por: Adalberto Luque –

Uma mulher de 64 anos foi brutalmente assassinada, na noite desta segunda-feira (2). O crime ocorreu na avenida E, próximo à Praça do Cristo Rei, em Orlândia, na região metropolitana de Ribeirão Preto.

Segundo informações da Polícia Civil, Eronildes Alves das Neves foi encontrada já sem vida no quarto de sua residência. Uma sobrinha da vítima teria tentado entrar em contato sem sucesso. Os filhos dela foram até a casa, no começo da noite e estava tudo fechado, não havia sinal de arrombamento. Pularam o portão e entraram.

Os filhos encontraram o corpo da mulher com sinais de várias perfurações e acionaram o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), Guarda Civil Municipal e Polícia Militar. O SAMU apenas constatou a morte de Eronildes. Seu companheiro, Antônio Pereira dos Santos, de 63 anos, com quem viveu mais de 20 anos, foi considerado o principal suspeito.

Suspeito morre atropelado

Contudo, enquanto o caso ainda era atendido e a perícia era feita na residência do casal, um homem foi atropelado e morto na Rodovia Anhanguera, pista sentido Norte, km 365, também em Orlândia.

Suspeito de cometer feminicídio teria sido atropelado enquanto atravessava a Rodovia Anhanguera; suicídio não foi descartado (Foto: Artesp/Divulgação)

A vítima fatal de atropelamento foi Antônio, companheiro de Eronildes. De acordo com a Agência de Transportes do Estado de São Paulo (Artesp), o homem estava caminhando na rodovia quando foi atropelado. O motorista do veículo que causou o atropelamento fugiu sem prestar socorro.

A reportagem apurou que Antônio foi atropelado por outros veículos que também seguiram viagem. O atropelamento ocorreu no final da noite desta segunda-feira, por volta das 23h30.

A rodovia ficou interditada por cerca de três horas para o trabalho de perícia. Depois foi preciso lavar a pista antes de liberar para o trânsito. Os dois corpos foram levados para o Instituto Médico Legal, mas a família não tinha ideia de quando serão velados e sepultados. No caso de Eronildes, a Polícia Civil investiga se houve feminicídio. Já o caso de Antônio é investigado como morte suspeita por atropelamento, mas não está descartado o suicídio. As investigações prosseguem.

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