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Câmara de RP rejeita sabatina de secretário

A Câmara de Ribeirão Preto rejei­tou nesta terça-feira, 24 de abril, em sessão extraordinária, a proposta de emenda à Lei Orgânica do Município (LOM) nº 03/18, apresentada por Ro­drigo Simões (PDT), que vinculava a nomeação de secretários à aprovação dos vereadores. Os cargos são pre­enchidos por nomeações feitas pelo chefe do Executivo, sem ter de passar pelo Legislativo.

A proposta precisava de maioria qualificada, ou aprovação de dois terços dos 27 parlamentares (18 votos), mas apenas nove vereadores votaram a favor – e 16 foram contrários. Se a pro­posta fosse aprovada, todo prefeito te­ria de submeter à Câmara as indicações dos integrantes do primeiro escalão.
Os setores ligados à adminis­tração direta são as secretarias mu­nicipais Administração, Assistência Social, Casa Civil, Cultura, Educação, Esportes, Fazenda (inclui a Fiscaliza­ção Geral), Governo, Infraestrutura, Meio Ambiente (Coordenadoria de Limpeza Urbana), Negócios Jurídicos, Obras Públicas, Planejamento e Ges­tão, Saúde e Turismo.

Na administração indireta estão as companhias de Desenvolvimento Econômico de Ribeirão Preto (Coderp), a Habitacional Regional (Cohab-RP), o Departamento de Água e Esgo­tos (Daerp), a Defesa Civil, Fundação de Formação Tecnológica (Fortec), Fundação Dom Pedro II, Fundação Educação para o Trabalho (Fundet) e Guarda Civil Municipal (GCM).

Também são da indireta o Insti­tuto de Previdência dos Municipiários (IPM), Órgão de Proteção ao Consu­midor (vinculado à Assistência Social), Serviço de Atendimento ao Munícipe, Serviço de Assistência à Saúde dos Municipiários (Sassom) e Empresa de Trânsito e Transporte Urbano de Ribeirão Preto (Transerp).

Na sessão ordinária das 18 horas, os vereadores acolheram, a pedido do autor, Adauto Honorato, o “Marmita” (PR), o veto total do prefeito Duarte Nogueira Júnior (PSDB) ao projeto de lei que oficializava a Feira Popular e Artesanal dos Balaios, no Parque Ribeirão Preto. “Marmita” diz que, em conversa pessoal com o prefei­to, recebeu a promessa de que, com o acolhimento do veto, a prefeitura irá elaborar um novo projeto de lei e encaminhá-lo ao Legislativo.

O projeto de lei complementar da prefeitura que fazia mudanças nas regras de concessão da gratuidade no transporte coletivo urbano para portadores de deficiência foi retirado da pauta a pedido do Executivo. E o projeto de Marinho Sampaio (MDB) que tornava obrigatória a divulgação de informações sobre glúten, lactose ou açúcar no cardápio dos estabeleci­mentos que comercializam alimentos preparados recebeu pedido de adia­mento por três sessões. O emedebis­ta explica que o adiamento se deve à solicitação do Sindicato dos Bares e Restaurantes, que quer debater pos­síveis mudanças no texto.

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