Depois de registrar mínima de R$ 5,1643, o dólar à vista terminou esta quarta-feira, 30 de setembro, em baixa de 0,81%, cotado a R$ 5,1750. Pela manhã, houve a disputa pela formação da última taxa Ptax de setembro e do trimestre, o que pode ter exacerbado os movimentos do câmbio.
O real foi a única moeda latino-americana a se apreciar em setembro, o que é atribuído em grande parte às expectativas em torno da corrida presidencial. O favoritismo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que era marcante em agosto, deu lugar, nas últimas semanas, à percepção de uma disputa acirrada.
Termômetro em relação a uma cesta de seis moedas fortes, o índice DXY subia 0,12% perto do fim da tarde, aos 101,499 pontos, após mínima aos 101,026 pontos. O Dollar Index termina setembro com ganhos de mais de 2%, o que leva o avanço no ano a cerca de 3,20%.
A divisa encerrou agosto com ganhos de 2,16% e perdeu 0,10% em setembro. No trimestre, houve alta de 0,23%. Recua 0,13% na semana, após alta de 0,72% na anterior. Em março subiu 0,87% e caiu 4,36% em abril. Cedeu 2,16% em fevereiro e 4,40% em janeiro. Perde 5,73% em relação ao real em 2026. A moeda recuou 10,34% no ano passado, após fechar 2024 com alta de 27,34%.
O Ibovespa – índice de referência da B3 – chegou ao fim de setembro fora da faixa dos 187 mil pontos, máxima intradiária batida nesta quarta-feira (187.834,97 pontos), mas com alta firme. Encerrou o dia com ganho de 1,37%, aos 186.340,46 pontos, com mínima de 186.809 pontos e giro financeiro R$ 27,6 bilhões, alcançando R$ 36,2 bilhões na B3.
Encerrou agosto com leve queda de 0,33% e ganhou 5,03% em setembro. No terceiro trimestre, subiu 8,32%. Sobe 1,56% na semana, após queda de 0,95% na anterior. Cedeu 0,08% em abril e 7,22% em maio. Em fevereiro houve alta de 4,09% e ganho de 12,56% em janeiro. Fechou 2025 em elevação de 33,95%, melhor desempenho desde 2016 (+38,9%). Caiu 12,75% em 2024 e sobe 15,60% em 2026, após ter chegado a 23,29% em 14 de abril.

