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Consumo deve crescer 19,8%

Segundo o IPC Maps, o setor de Ribeirão Preto com maior potencial de consumo neste ano é habitação, com valor estimado de R$ 10.298.184.803 | Créditos: Alfredo Risk

Ribeirão Preto será responsável por aproximadamente 0,54% dos gastos dos brasileiros neste ano, segundo a pesquisa IPC Maps 2026, da IPC Marketing Editora, divulgada nesta semana. O potencial de consumo da cidade até 31 de dezembro é de R$ 47.146.116.785, crescimento de 19,8% em relação aos R$ 39.331.235.782 do ano passado, aporte de R$ 7.814.881.003.

Em 2025, quando a cidade respondia por 0,48% do consumo, a alta foi de 4% em relação aos R$ 37.818.718.369 de 2024, aporte de R$ 1.512.517.413. A taxa de crescimento em 2026 é a mais elevada desde a passagem de 2023 (R$ 33.824.344.756) para o ano seguinte, quando ficou em 11,84%, acréscimo de R$ 3.994.373.613.

Em 2024, a cidade respondia por 0,52% do consumo nacional, e em 2023 a taxa era de 0,50%. Atingiu R$ 33.173.391.574 em 2022, responsável por 0,53% dos gastos no Brasil. Do total previsto para este ano, R$ 47.074.424.330 são referentes ao consumo na área urbana da cidade (99,85%) e R$ 71.692.455 da zona rural (0,15%).

Neste ano, Ribeirão Preto melhorou sua posição no ranking nacional, saltando do 20º para o 16º maior potencial de consumo do país (melhor colocação da série histórica) e o quinto do estado de São Paulo. Era o sexto em 2025. Em 2024, era o 18º no ranking nacional e o sexto paulista. Era a 19ª do Brasil em 2023 e a 18ª em 2022. Em 2021 estava em 17º no país e em quarto no cenário estadual.

O consumo per capita para 2026 na área urbana de Ribeirão Preto é de R$ 64.313,10 (média de R$ 5.359,42 por mês). São R$ 10.650,73 a mais que os R$ 53.662,37 (média de R$ 4.408,61 por mês) do ano passado, mesmo percentual do aumento geral (19,8%). Em 2024 era de R$ 52.903,35 do ano passado, aumento de 1,43%. Em 2023 era de R$ 45.990,19. O aumento em 2024 foi de 15,03%, aporte de R$ 6.913,16. Em 2022 era de R$ 45.604,27

Na zona rural, para 2026 o IPC Maps estima consumo per capita de R$ 26.126,99 (média de R$ 2.177,25 mensais), contra R$ 29.097,43 (média de R$ 2.424,78 por mês) do ano anterior, decréscimo de R$ 2.970,44 e queda de 10,2%. Era de R$ 27.841,55 em 2024, de R$ 24.794,85 em 2023, de R$ 23.041,79 em 2022 e em 2021 estava abaixo de R$ 20.000, em R$ 18.633,21.

O estudo indica que o Produto Interno Bruto (PIB) per capita de Ribeirão Preto este ano é de R$ 74.869,27, considerando população de 734.701 habitantes – são 731.957 na área urbana (99,63%) e 2.744 na rural (0,37%) –, segundo a Fundação Sistema Estadual de Análise da Dados (Seade). Está acima do estimado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de 731.639 moradores

O setor com maior potencial de consumo é habitação, com valor estimado de R$ 12.730.720.341, seguido por outras despesas (R$ 7.389.979.742), veículo próprio (R$ 4.369.218.994) e alimentação em domicílio (R$ 3.165.958.649).

Em 2024, o maior potencial também foi constatado em habitação, com valor estimado de R$ 10.298.184.803, seguido por outras despesas (R$ 9.064.639.770), veículo próprio (R$ 5.312.638.959) e alimentação em domicílio (R$ 3.698.086.702).

Os setores com menor potencial em 2025 são os de joias, bijuterias e armarinhos (R$ 65.365.342), fumo (R$ 221.488.371) e artigos de limpeza (R$ 235.612.457). Ainda de acordo com o IPC Maps, Ribeirão Preto tem 154.181 empresas ativas, ante 139.282 do ano passado. São 14.899 a mais, alta de 10,70%. Eram 131.377 em 2024 e 121.932 de 2023.

Neste ano, a classe B vai consumir R$ 21.081.439.682 (44,8% do total), seguida pela classe C (R$ 13.800.647.712 – responde por 29,3%), classe A (R$ 10.457.225.760 – 22,2%) e classes D/E (R$ 1.735.111.176 – 3,7%), segundo a pesquisa IPC Maps 2024, da IPC Marketing Editora.

Brasil – A economia nacional deve movimentar R$ 8,6 trilhões ao longo deste ano, apontando para um crescimento real de apenas 2,3% ante o movimento positivo do PIB, cuja atual expectativa é de 1,8%. Considerado inferior na comparação com os últimos períodos, esse modesto crescimento é resultante, sobretudo, dos efeitos adversos da política monetária contracionista.

Para Marcos Pazzini, sócio da IPC Marketing Editora e responsável pela pesquisa, 2026 será um ano atípico e desafiador para a economia brasileira, já que “as recentes guerras ao redor do globo estão impactando diretamente o bolso dos brasileiros, em função da possibilidade de aceleração inflacionária”, além de abrigar, ainda, muitos feriados em dias úteis, Copa do Mundo e eleições estaduais e federal

Cenário Regional – Como esperado, a Região Sudeste seguirá comandando a distribuição de empresas no âmbito nacional, concentrando 51,5% das corporações. Na sequência, aparecem o Sul com 18,8% dos negócios, Nordeste com 16,1%, Centro-Oeste com 8,8% e, enfim, o Norte com 4,8% das organizações presentes no país.

Dados do consumo em Ribeirão Preto

– Consumo em 2025 Área urbana (99,80%)
R$ 39.251.450.626

Área rural (0,20%)
R$ 43.167.839

Total (100%)
R$ 39.331.235.782

Per capita – Área Urbana
R$ 53.662,37

Área Rural
R$ 24.794,85

Por classes (urbana)

Classe A (21,40%)
R$ 8.417.654.754

Classe B (39,40%)
$ 15.460.399.074

Classe C (35,70%)
R$ 14.028.395.773

Classe D/E (3,4%)
R$ 1.345.001.025

Fonte: IPC Maps 2024,
da IPC Marketing Editora

– Consumo em 2026 Área urbana (99,85%)
R$ 47.074.424.330

Área rural (0,15%)
R$ 71.692.455

Total (100%)
R$ 47.146.116.785

Per capita – Área Urbana
R$ 64.313,10

Área Rural
R$ 26.126,99

Por classes (urbana)
Classe A (22,2%)
R$ 10.457.225.760

Neste ano, a classe B vai consumir R$ 21.081.439.682 (44,8% do total), seguida pela classe C (R$ 13.800.647.712 – responde por 29,3%), classe A (R$ 10.457.225.760 – 22,2%) e classes D/E (R$ 1.735.111.176 – 3,7%), segundo a pesquisa IPC Maps 2024, da IPC Marketing Editora.

Classe B (44,8%)
R$ 21.081.439.682

Classe C (29,3%)
R$ 13.800.647.712

Classe D/E (3,7%)
R$ 1.735.111.176

Fonte: IPC Maps 2024, da IPC Marketing Editora

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