O dólar à vista terminou a sessão desta terça-feira, 1º de setembro, em queda de 0,47%, cotado a R$ 5,1557. Apesar de uma bateria de indicadores mais fracos que as expectativas nos Estados Unidos, a moeda norte-americana ganhou força em relação a pares, com o índice DXY em alta de 0,26% perto do fim da tarde, aos 99,689 pontos, após mais aos 99,722 pontos.
A divisa terminou junho com valorização de 2,38% frente ao real e recuou 1,79% em julho. Encerrou agosto com ganhos de 2,16% em agosto. Recua 0,78% na semana, após alta de 1,00% na anterior. Em março subiu 0,87% e caiu 4,36% em abril. Cedeu 2,16% em fevereiro e 4,40% em janeiro. Perde 6,07% em relação ao real em 2026. A moeda recuou 10,34% no ano passado, após fechar 2024 com alta de 27,34%.
O aumento do fluxo levou o Ibovespa – índice de referência da B3 – a subir de forma consistente desde a abertura do pregão, consolidando o décimo consecutivo de altas. No fim do dia, não se sustentou nos 180 mil pontos, mas cravou alta de 1,30%, aos 179.722,48 pontos, com mínima de 177.300 pontos e a máxima de 179.758 pontos. O giro financeiro foi de R$ 21,6 bilhões (enquanto o volume total na B3 atingiu R$ 31,0 bilhões).
Terminou junho em queda de 1,01% e avançou 3,47% em julho. Encerrou agosto com leve queda de 0,33%. Sobe 2,31% na semana, após alta de 2,71% na anterior. Cedeu 0,08% em abril e 7,22% em maio. Encerrou fevereiro com alta de 4,09% e ganho de 12,56% em janeiro. Fechou 2025 em elevação de 33,95%, melhor desempenho desde 2016 (+38,9%). Caiu 12,75% em 2024 e sobe 11,54% em 2026, após ter chegado a 23,29% em 14 de abril.

