Tribuna Ribeirão
DestaqueGeral

Pacientes reclamam de problemas com serviço de transporte

Prefeitura contrata serviços especiais para transporte de passageiros com mobilidade reduzida - Foto Reprodução

Usuários reclamam que a nova empresa contratada para fazer o transporte não estaria conseguido realizar todas as viagens diárias

Os dois primeiros dias de operação – quarta e quinta-feira – da nova empresa contratada pela prefeitura para realizar o transporte de pacientes – incluindo os cadeirantes – para atendimentos em Ribeirão Preto provocou reclamações dos usuários.

Segundo usuários que entraram em contato com o Tribuna, a nova empresa, não estaria realizando todas viagens programadas e teria deixado de fazer muitos atendimentos. Em um dos casos uma usuária teria sido levada para o local errado por falha no aplicativo que estaria com o endereço do destino errado. Outro problema apontado pelos usuários, está no tempo de demora pelo serviço individual.

A empresa Conduz que deixou de prestar o serviço realizava transporte coletivos em vans – incluindo os cadeirantes. Cerca de 200 cadeirantes utilizavam o serviço em vans, com viagens diárias programadas, além de atendimentos esporádicos. Para esse público, o novo modelo implantado prevê veículos adaptados, equipados com plataforma elevatória.

Já entre os pacientes não cadeirantes, há uma média de 232 pessoas em tratamento de saúde, que passarão a ser transportadas em veículos leves, não adaptados, destinados a viagens individuais.
O Programa Vai e Vem foi lançado na semana passada pela Prefeitura. Com a mudança, a administração afirma que encerrou o modelo conhecido como “pinga-pinga”, no qual os veículos realizam múltiplas paradas antes de chegar ao destino final. A proposta é reduzir o tempo de deslocamento e oferecer mais conforto, especialmente a pacientes em condições clínicas mais sensíveis.

A empresa Sentran foi contratada pelo valor de R$ 69.483.264,60 milhões por um período de cinco anos e deverá realizar cerca de 500 viagens por dia. Procurada, a Secretaria Municipal de Saúde não havia se manifestado oficialmente até a publicação desta matéria. Já a Câmara, por meio do vereador Danilo Scochi (MDB) quer criar uma Comissão Especial de Estudos (CEE) sobre o assunto.

Inscreva-se em nosso Canal no Whatsapp e fique por dentro de tudo que acontece na região.
Clique Aqui!

VEJA TAMBÉM

Correios enfrentam paralisação nacional

Redação

HC utiliza robô em implante de prótese

Redação

Faesp mobiliza setores contra javalis

Redação

Utilizamos cookies para melhorar a sua experiência no site. Ao continuar navegando, você concorda com a nossa Política de Privacidade. Aceitar Política de Privacidade