Nove dos 25 municípios da região já responderam ao levantamento; questionário pode ser preenchido até 31 de agosto
A Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística (Semil) reforça a mobilização para ampliar a participação dos municípios da região de Ribeirão Preto na segunda edição da Pesquisa Estadual de Bem-Estar Animal. O levantamento reúne informações sobre políticas, serviços e estruturas municipais voltados à proteção e ao cuidado com cães e gatos. O prazo para participação vai até 31 de agosto.
Na região de Ribeirão Preto, nove dos 25 municípios já responderam ao questionário, o equivalente a 36,0% de participação. Em todo o Estado, 224 dos 645 municípios paulistas já participaram da pesquisa, alcançando 34,7% de adesão. A ampliação das respostas permitirá à Semil construir um diagnóstico mais completo sobre as diferentes realidades municipais e contribuir para o aprimoramento das políticas públicas de bem-estar animal.
“A participação dos municípios é fundamental para que o Estado conheça de forma mais precisa as realidades locais e possa planejar políticas públicas cada vez mais efetivas de proteção e bem-estar animal”, afirma Karen Camargo, diretora de Bem-estar Animal da Semil.
“Ao responder à pesquisa, as prefeituras contribuem diretamente para a construção de um diagnóstico amplo, que valoriza as iniciativas já existentes e ajuda a identificar onde ainda é preciso avançar. A Semil convida os municípios que ainda não participaram a integrar esse movimento até o dia 31 de agosto”, diz.
A pesquisa deve ser respondida pelas prefeituras. Os dados obtidos vão ajudar a Semil a conhecer as diferentes realidades dos municípios paulistas e a identificar iniciativas, estruturas e necessidades relacionadas à área. A participação deve ser feita por meio de formulário disponibilizado em lkink no site da Semil.
Diagnóstico – A primeira edição da Pesquisa Estadual de Bem-Estar Animal foi realizada em 2024 e contou com a participação de 151 municípios de diferentes regiões do Estado. O levantamento identificou que 62,3% das cidades participantes ofereciam serviços permanentes de castração e que cerca de 75% contavam com médicos-veterinários que atuavam diretamente no atendimento de cães e gatos.
A pesquisa também apontou a ocorrência de casos de acumulação de animais em 45% dos municípios respondentes. Além disso, 42,3% informaram já ter realizado levantamentos sobre a população de animais domiciliados, enquanto apenas 24,5% haviam promovido estudos sobre a população de cães e gatos em situação de rua.

