Balanço divulgado pelo novo painel do Movimento Paulista de Segurança no Trânsito (Infosiga-SP) indica que o trânsito de Ribeirão Preto registrou 87 mortes no ano passado, 21 a menos que as 108 de 2024, queda de 19,44%.
Em três meses de 2026 já são 18 óbitos, dez a menos que os 28 do primeiro bimestre de 2025, queda de 35,71%. Neste ano são seis em janeiro, quatro em fevereiro e oito em março, quatro a mais e alta de 1003%.
Em comparação com os dez de março de 2025, são dois a menos, queda de 20%. Entre as vítimas estão 15 homens (83%) e três mulheres (17%). São onze motociclistas (61%), seis pedestres (34%) e um ciclista (5%). Dezesseis mortes ocorreram em vias municipais (88,9%) e duas em rodovias dentro do perímetro urbano (11,1%).
Encerrou 2024 n com 25 mortes a mais que os 83 óbitos de 2023, aumento de 30,12%. A cidade também bateu o recorde histórico de 2022, quando 101 pessoas morreram nas vias do município. São sete a mais, aumento de 6,93% A taxa em doze meses – de fevereiro de 2025 a março deste ano – está em 10,83 por 100 mil habitantes, abaixo dos 11,57 do mês anterior.
Este resultado fez Ribeirão Preto cair do 13º para o 14º lugar no ranking estadual de mortes no trânsito. São Vicente lidera (taxa de 17,13), seguida por São Bernardo do Campo (16,02), Piracicaba lidera (15,78), Praia Grande (15,45), Taubaté (15,28) e Franca (14,59).
Perfil – No ano passado, 47 vítimas estavam de motocicleta (54% do total), 13 de bicicleta (15%), onze eram pedestres (13%), nove estavam de carro (10%), três de caminhão (3%) e três dados não estão disponíveis (3%). Não há informações sobre um óbito. São 62 homens (71%) e 25 mulheres (29%). Em 2024, 61 vítimas estavam de motocicleta (57% do total), 74,29% acima dos 35 de 2023 (33,75% das mortes), 26 a mais.
No ano passado, 20 mortes ocorreram em rodovias dentro do perímetro urbano (23%), 56 em vias municipais (64,4%) e onze não têm identificação de local (12,6%). Trinta e duas mortes ocorreram em rodovias dentro do perímetro urbano (29,63%) em 2024.
Outras 62 foram registradas em vias municipais (57,41%) e 14 não têm identificação de local (12,96%), segundo o Movimento Paulista de Segurança no Trânsito. A malha viária é composta por mais de 1,5 mil quilômetros de vias municipais e também de rodovias concedidas pelo Estado.

