Tribuna Ribeirão
DestaqueGeral

Justiça derruba, em liminar, ‘Decreto referência’ para cobrança de água

Empresário Pereira Alvim entrou com ação popular contra Prefeito e Daerp - Tribuna Imagem

Ação popular foi movida pelo empresário José Roberto Pereira Alvim contra o prefeito Nogueira, um Secretário e o Superintendente da Autarquia

A juíza Lucilene Aparecida Canella de Melo, da 2ª. Vara da Fazenda Pública de Ribeirão Preto, acatou pedido em ação popular e determinou, em caráter liminar, a suspensão dos efeitos de um Decreto do Daerp que instituía uma nova forma de cobrança de água pelo órgão. A ação popular foi ingressada pelo empresário José Roberto Pereira Alvim contra o prefeito de Ribeirão Preto, Antonio Duarte Nogueira; o secretário da Casa Civil, Antônio Daas Abboud (que na época respondia interinamente pela Casa Civil, em razão do afastamento do secretário Nicanor Lopes) e o superintendente do Daerp, Afonso Reis Duarte.

De acordo com a ação, o Decreto Municipal 018/2018, de autoria do Executivo Municipal, extinguiu os Decretos 243/88, 278/15 e 80/17, criando nova regulamentação para o cálculo para cobrança dos valores sobre o consumo de água e utilização do serviço de esgoto na cidade. Tanto para as pessoas físicas, como para as empresas. Esse Decreto determinava que os valores passariam a se basear na nova “Matriz Tarifária do DAERP”, mas o próprio decreto não especificava a nova Matriz. Ou seja, na prática, não havia “referência” para a nova fórmula de cobrança.

A suspensão da aplicação do Decreto, segundo a Magistrada, valerá “até que seja editada e publicada a nova Matriz Tarifária”, prevista no referido Decreto 18/2018.

“Antes de ingressarmos com a ação popular, procuramos, tanto o superintendente do Daerp, Afonso Reis Duarte, como o secretário da Casa Civil, Antonio Abboud para mostrar as “inconsistências” do Decreto, mas não houve qualquer medida, no sentido de alterá-lo”, diz o advogado Rodrigo Benzi, que respalda juridicamente a ação popular movida por Pereira Alvim.

A ação popular também foi encaminhada aos 27 vereadores da Câmara Municipal. À época, o presidente Igor Oliveira providências, especialmente por parte da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) para que o Daerp fosse ouvido sobre o polêmico Decreto.

 

Decisão Judicial ´Reprodução com edição de imagem – Tribuna Imagem

 

VEJA TAMBÉM

Corinthians encara Vitória no Barradão

Redação

Queda de aeronave termina com vítima fatal em área rural

Eduardo Ferrari

Trânsito já fez 18 vítimas em 2026

Redação

Utilizamos cookies para melhorar a sua experiência no site. Ao continuar navegando, você concorda com a nossa Política de Privacidade. Aceitar Política de Privacidade

Social Media Auto Publish Powered By : XYZScripts.com