Tribuna Ribeirão
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Larga Brasa

PLANO DIRETOR – URGE SUA ELABORAÇÃO, ANÁLISE E VOTAÇÃO
De há muito que a promessa de se elaborar o Plano Diretor é feita e na última hora ficam peças sem que componham o quadro ne­cessário para integralmente nortear o crescimento da urbe para os próximos anos. O parcelamento, uso e ocupação do solo é uma das principais peças que não se tem notícia. O Plano Viário, o Có­digo de Obras, Mobiliário Urbano e tantos outros itens precisam ser anexados ao computo geral das peças necessárias para todos os se­tores da administração e planejamento. Enquanto isto não acontece as medidas tomadas são as do tipo ”ensaio e erro”. São tomadas e se não derem certo refaz-se tudo e o povo paga a conta.

O QUE NÃO É DEFINIDO, A POLÍTICA RESOLVE
Dizem que na política, o que não está definido e estatuído os po­líticos resolvem. Talvez seja por isto que tais medidas até agora não foram definidas. É urgente que se tome uma providência para que a cidade não venha a crescer desarmonicamente com vazios e ausência para soluções para vários de seus problemas. Não se esqueçam da questão ambiental que é importante e urgente.

ATERRO SANITÁRIO
Tivemos um Aterro Sanitário da melhor qualidade quando admi­nistrado pelo Dursarp. A CETESB procedia ao monitoramento da forma de tratar o lixo e impedir que o chorume (o liquido que es­corre) viesse a poluir o Aquífero Guarani. Havia um processo sim­ples, mas eficaz de encaminhar todo o líquido para fora do aterro. O substrato do que era coletado sofria uma queima para finalizar o processo. Depois começaram a colocar defeitos no processo e encerraram as atividades do aterro sanitários do Dursarp. Em seguida foi aberto outro aterro em Guatapará de uma empresa particular. Paga-se mais pelo transporte do lixo para aquela cida­de (sessenta quilômetros) do que pela coleta. Por qual razão não se faz um aterro em local onde o subsolo é de basalto e portanto impermeável? Seria muito mais barato.

TROCA DE REDE DO DAERP
Não se tem falado mais da troca das redes de água e de esgoto antigas que motivam muitos vazamentos com custos exorbitan­tes pagos pelo DAERP. Há muito que se trocar. Seria a oportuni­dade de se mapear tais redes para facilitar o trabalho dos dirigen­tes futuros. Acorda, gente.

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